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domingo, 29 de maio de 2022

SOPRE AS CINZAS

 
Quem feriu você, já feriu e já passou. Lá na frente encontrará o inevitável retorno e pelas mãos de outrem, se merecer, será ferido também. A Vida se encarregará de

dar-lhe o troco e você, talvez, jamais fique sabendo. O que importa de verdade é o que você sentiu e, mais importante, é o que ainda você sente:
Mágoa? Rancor? Ressentimento? Ódio?
Você consegue perceber que esses sentimentos foram escolhidos por você? Somos nós que escolhemos o que sentir diante de agressões e de ofensas.
Quem nos faz o mal é responsável pelo que faz, mas NÓS somos responsáveis pelo que sentimos. Essa responsabilidade tem a ver com o Amor que devemos e temos que sentir por nós mesmos.
O ofensor fez o que fez e o momento passou, mas o que ficou aí dentro de você? Mágoa
- Você sabia que de todas as drogas ela é a mais cancerígena?
Pela sua própria saúde, jogue-a fora. Rancor
- Ele é como um alimento preparado com veneno irreconhecível: dia mais, dia menos, você poderá contrair doenças de cujas origens nem suspeitará. Ressentimento
- Pois imagine-se vivendo dentro de um ambiente constantemente poluído, enfumaçado, repleto de bactérias e de incontáveis tipos de vírus: é isso que seu coração e seus pulmões estão tentando agüentar. Até quando você acha que eles vão resistir? Ódio
- Seus efeitos são paralisantes. Seu sistema imunológico entrará em conflito com esse veneno que com o tempo poderá colocar você face a face com a morte e talvez muito tarde você venha a perceber que melhor seria ter deixado que seu agressor colhesse os frutos do próprio plantio.
Por seu próprio Bem e pelo seu Bem, perdoe.
O perdão o libertará e o fará livre para ser feliz. Esqueça o mal que lhe foi feito.
Deixe o seu ofensor de lado, e não penses nele com ímpetos de vinganças. Siga a sugestão. Se desejas ser feliz por um dia: vinga-te. Se desejas ser feliz por toda a vida: PERDOE
Mude seu destino ...Não permita que suas emoções negativas dominem os seus sentimentos. Seja o(a) comandante da sua nau! Escolha o melhor caminho para sua "viagem"
E se outras vezes o ferirem, perdoe ... Perdoe ... Como Cristo perdoou os que o crucificaram. Que Tenhas muita paz de espírito. Sopre as Cinzas. Deixe-as ao vento.

-Autoria do texto desconhecida - Fonte da imagem: google/internet

FAMILIARES TÓXICOS: COMO PODEMOS NOS DEFENDER?

 
 Não podemos simplesmente cortar uma relação com um familiar.

Ele é “sangue do seu sangue”, e a situação é complicada. Se você não quer ser manipulado, defenda-se e imponha limites.

Informar sobre quem você é, como você é e o que você quer não é ser egoísta, é ser sincero.

Todos nós temos alguém na nossa família com estas características.

Pessoas que só pensam em si mesmas e que nos manipulam, que brincam com nossas emoções.

Situação complicada, pois normalmente mantemos laços estreitos com elas.

Mas, o que podemos fazer, nesta situação?
Familiares tóxicos, quando a família nos sufoca

Ter familiares tóxicos em nosso círculo pessoal pode afetar severamente a nossa qualidade de vida. Por exemplo, se tivermos um amigo manipulador e com tendências egoístas e interesseiras, sempre poderemos terminar com essa amizade para estar melhor, ter o nosso equilibro e a integridade necessária. Mas, o que acontece quando a pessoa manipuladora é, por exemplo, a nossa mãe, nosso irmão ou inclusive nosso marido? Não é a mesma coisa, e todos nós entendemos isso.

Não é tão simples cortar a relação com um irmão, uma mãe ou uma sogra. É uma situação complexa e difícil onde estão envolvidas muitas emoções e sentimentos. Eles são parte da nossa rede de relações e é complicado separar um vinculo assim, mas há muitas pessoas que decidem terminar o relacionamento pela sua própria saúde. Há momentos em que as relações intensificam-se, e é quando esses familiares tóxicos chegam atentar severamente contra o nosso próprio equilibro emocional.

Um exemplo disso são os pais que não permitem que escolhamos livremente nosso parceiro. Que recriminam as nossas amizades e as nossas relações. Todos nós temos o direito de errar, porém eles nunca podem nos proibir ou nos punir. Imagine, por exemplo, alguns irmãos, irmãs ou primas que sempre estão nos exigindo coisas ou esfregando em nossa cara aspectos que nos prejudicam e ferem. O que podemos fazer? Como devemos agir?

1. Estabeleça limites, você sabe o que quer e o que não pode permitir.

Vamos ver primeiro um exemplo: você vai visitar os pais do seu companheiro e lhe servem um prato apimentado demais. Você não gosta de comida apimentada e passa mal, entretanto, para não chamar a atenção e não ofender ninguém prefere não dizer nada e comer. A partir daí, toda vez que você for visitar seus sogros, eles continuaram a servir o mesmo prato, até que de repente, você não tenha mais escolha que revelar a todos “que a comida apimentada faz mal para você”. O mais provável é que lhe respondam: E por que não disse isso antes?

Bom, é apenas um simples exemplo. Uma forma de entender que sempre temos que dizer o que podemos e o que não podemos aceitar. Se você não puder ir de compras com a sua mãe ou a sua irmã todas as tardes, avisa isso a elas. Se você não gostar que lhe digam como educar aos seus filhos, fale. Se você não quer ser manipulado, defenda-se e coloque limites. Levante a voz para informar sem punir. Para se defender sem atacar. Fale sempre com respeito e o máximo carinho para não destruir nenhum vínculo, simplesmente deixar em claro quem você é e como é que você quer as coisas. Não é ser egoísta, é ser sincero.

2. Aprender a ser assertivo e evitar ser complacente

à vezes não queremos ferir os sentimentos dos nossos familiares e guardamos muitas coisas que gostaríamos de dizer. Pais ou avós que reclamam por estarem sozinhos, quando na realidade os atendemos sempre que podemos. Irmãos que dizem que não os apoiamos como deveríamos. Temos que tentar sermos assertivos, e com respeito e carinho sempre dizer a verdade: “Venho sempre que possível e você sabe que, caso precisar de alguma coisa, pode me ligar”. “Você sabe que eu sempre apoiarei você em tudo, mas não posso ir além das minhas possibilidades”. “Neste momento também estou passando por uma situação difícil e você tem que entender”. Mostre sempre sinceridade e proximidade, mas diga em voz alta a verdade o que você sente e precisa, fale do que você pode fazer e o que não. Destaque que você também tem necessidades que devem ser respeitadas.

3. Apoiar incondicionalmente a família, mas cuidando sempre de nossa integridade

A família em primeiro lugar, isso nós sabemos, mas da mesma forma que é o mais importante na nossa vida, se nos machucarem ou prejudicarem também podem ser o mais destrutivo em nossa existência. Existem pessoas que sofreram de abuso ou maltrato na infância. Manter uma relação familiar cordial com esses membros nunca será possível, e isso está claro. O essencial é cuidar sempre da sua autoestima, ser uma pessoa madura, equilibrada e com a necessidade de ser feliz todos os dias. Se alguém da sua família o ferir, será melhor se distanciar e afastar para recuperar a integridade, o autoconceito e a tranquilidade.

Todos nós sabemos que as relações familiares nunca são fáceis, mas temos que tentar conviver em harmonia. Se existirem excessivas manipulações e muito egoísmo por parte desses membros, ao final o tratamento deverá ser o justo. O justo para dispor do nosso espaço pessoal, para sermos felizes e evitar mais problemas. Sabemos que a família é uma parte essencial do nosso ser, da nossa identidade e raízes, mas se essas raízes tiverem muitos espinhos e somente causam sofrimento, deveremos nos afastar um pouco. Defenda-se, cuide-se, diga o que você é capaz de aceitar e o que não admitirá. Ame a sua família, mas acima de tudo, ame a si mesma.

 Fonte: https://osegredo.com.br/2015/11/familiares-toxicos-como-podemos-nos-defender/ - Fonte da imagem: google/internet

sexta-feira, 27 de maio de 2022

AS 3 GRANDES LIÇÕES QUE O TEMPO E A VIDA ME ENSINARAM…

 A vida e o tempo são os melhores professores que podemos ter. Eles nos aproximam das pessoas certas, no momento oportuno. Cabe a nós ter a humildade de aprender o que precisamos. E mesmo que isso não ocorra, eles nunca se cansam de nos ensinar. De uma forma ou de outra, temos que absorver o que eles querem nos passar. A boa notícia é que eles tendem a nos ensinar primeiro pelo amor. A má notícia é que se não aprendermos pelo amor, aprenderemos pela dor.

Eles quase sempre agem colocando Mestres em nossos caminhos. Os aprendizados que vou relatar foram ensinados por alguns dos muitos professores que a vida e o tempo me concederam.  Eles me permitiram simplificar a forma como eu enxergo o mundo e a mim mesma.  Quem dera se eu tivesse aprendido antes.


1ª LIÇÃO – SE O ERRO É SEU, A CULPA É SUA.


Passei muito tempo só tomando a culpa da parte que me cabia diretamente. Nunca fui do tipo que se faz de vítima, mas ainda assim eu tinha o costume de atribuir ao outro a culpa por um erro que no fundo era meu. Com o tempo e a vida, eu aprendi que independente das circunstâncias, os meus erros pertencem a mim. Apontar o dedo para culpar o outro, não resolve nada. Dessa forma, eu passo ter as rédeas da minha vida e adquiro a consciência de que eu posso resolver meus próprios problemas e situações, ao invés de esperar que algo ou alguém me salve.


 2ª LIÇÃO – A ANSIEDADE MAIS DEVASTA DO QUE RESOLVE.

A vida e o tempo também me mostraram que a minha ansiedade não vai fazer com que o relógio corra mais depressa ou que certas soluções apareçam num passe de mágicas. Pelo contrário, ela só vai me atrapalhar a enxergar tudo com clareza e a aproveitar os minutos finais que antecedem a tormenta. Afinal, ações bem pensadas são capazes de ordenar o caos, mas ações impulsivas têm um imenso poder de destruição.

3ª LIÇÃO – ESTAR INTEIRO É ESTAR FOCADO.

Esses professores queridos me mostraram a importância de ser inteira, de estar presente de corpo e alma em todo e qualquer lugar, independente das circunstâncias. Ser inteira é ter foco e direção. É saber que toda e qualquer ação merece toda a minha atenção. Dessa forma, passo a ser responsável por todas as minhas boas e más decisões, ao invés de me tornar uma “vítima” das circunstâncias. Passei a vida toda desconhecendo a importância de ter foco e toda vez que estou em um momento difícil, me obrigo a ficar inteira para lidar com a situação. Depois disso, nunca mais comprei nem se quer um vestido pensando em outro que ficou na loja. Pois as minhas decisões passaram a ser conscientes.
Só tenho a agradecer aos meus amados Mestres por tudo o que eles me ensinam e por serem professores incansáveis. Graças a eles a minha vida ficou melhor.


Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/09/as-3-grandes-licoes-que-o-tempo-e-vida-me-ensinaram/ - Fonte da imagem: internet/google

sexta-feira, 20 de maio de 2022

ADEUS ÀS ILUSÕES...


 “Onde não houver amor, não se demore.” (Eleonora Duse)

Temos muita dificuldade em colocar um ponto final e de “partir para outra”, nos vários setores de nossa vida, como se fugíssemos à responsabilidade de ter de arcar com a dor advinda com esse despedir-se, como se aquilo que está feito, feito está, o que é uma inverdade, pois, muitas vezes, a permanência traz uma segurança ilusória. E assim vamos pagando um preço alto por nossa covardia e fingimento para com ninguém mais do que nós mesmos.

Os caminhos que temos à nossa frente é entremeado por bifurcações e armadilhas e, sem que percebamos, somos muitas vezes levados a optar por alternativas às quais é mais fácil nos acomodarmos. Acomodar-se, porém, pode também significar passividade e conformismo, sendo que sentimentos estanques não nos impelem às mudanças necessárias ao nosso desenvolvimento como pessoas. Conformar-se demais pode nos custar a distância de uma outra verdade – com a qual nos identificaríamos melhor -, a desonestidade com nossas vontades e um crescente arrependimento, nocivo tanto ao nosso bem estar quanto à harmonia com quem está ao nosso lado.

É necessário dizer adeus ao amor que já deixou de acelerar nossos corações, que já não sorri quando nos vê, que não nos dá as mãos, pois não caminha ao nosso lado, que não nos pergunta se dormimos bem, se almoçamos, ou o porquê das lágrimas suspensas em nossos olhares distantes. É necessário despedir-se do amor que trai e fere, que já nem é amor, nem amizade, nem troca ou cumplicidade, tampouco conforto e necessidade.

Digamos adeus à amizade que já deixou de fazer falta, que não tem tempo de nos ouvir e animar, que já não aparece em busca de conselhos, nem quer saber de nossas vidas. É preciso despedir-se de amizades que não acrescentam, que nos diminuem, que nos trocam facilmente, que usam nossos segredos contra nós, puxam nossos tapetes, esgotam nossas energias.

É necessário dizer adeus ao serviço que nos empobrece, que alimenta nossa miséria emocional, que nos impede de sorrir, que não nos oferece oportunidades, que nos assedia moralmente, não nos ouve. É necessário despedir-se dos chefes desumanos, dos colegas de trabalho hipócritas, das jornadas extenuantes, da mesquinharia com o cafezinho, dos gritos e erros destacados, da humilhação velada, da estagnação que anula nossas capacidades, da cordialidade venenosa na mesa ao lado.

Digamos adeus ao lar que já não nos comporta em tudo o que somos e queremos, que extrapola os nossos limites, que cobra por nos amar, tolhe nosso caminhar e não mais entende o que falamos. É preciso despedir-se do quarto sem privacidade, da TV sempre ligada, da roupa emprestada da irmã, da cópia das chaves da porta, da consulta ininterrupta ao relógio nas noites de diversão.

É necessário dizer adeus à esperança de que o outro vá mudar, à espera vã do telefonema, da resposta que nunca chega, do convite que nunca é ouvido, do “eu te amo” nunca dito, do abraço não correspondido, do olhar que não penetra fundo, do reconhecimento nunca recebido. É necessário despedir-se de quem nos fere, no corpo e na alma, de quem nos incomoda, dos xingamentos, das noites insones, da violência alheia, da ânsia pelo fim do expediente, pelo fim do dia.

Digamos adeus ao não existir, ao sufocamento de nossos desejos, à raiva contida, às ofensas engolidas, aos desvios de caminhos, aos projetos não realizados, aos sonhos que não acordam, à morte em vida. É preciso despedir-se das roupas que já não nos servem, dos CDs que não ouvimos, das cartas que já nem lemos, das lembranças que nos ferem, das fotos envelhecidas no tempo, da sombra da infidelidade, das obrigações que criamos e não nos levam a nada.

Não nos demoremos em lugares onde não nos sintamos vivos, amados, onde não respiremos direito, onde não possamos ser verdadeiros. O desapego é difícil, pois requer o enfrentamento corajoso do que fizemos de nossas vidas, do que somos e sentimos, e encarar as escolhas erradas traz dor e culpa. Além disso, quando rompemos com o que parece estabelecido em nossa jornada, mexemos também com as vidas que caminham conosco e teremos que trilhar uma árdua batalha, até que sejamos compreendidos, ou não. O importante é que estaremos agindo em busca de nossa felicidade, partindo ao encontro de nosso lugar no mundo e na vida de alguém. Ninguém pode ser condenado por tentar ser feliz, quando o fizer de forma ética e sincera, sem desrespeitar a si mesmo nem a ninguém mais. Quem nos ama de verdade acabará entendendo a necessidade de nossa atitude, torcendo pelo nosso sucesso, onde e com quem estivermos.

Nossa sobrevivência depende do adeus às ilusões, da coragem para iniciarmos as despedidas necessárias, tendo a consciência de que as infinitas possibilidades que se descortinarão a partir de então compensarão as perdas pelo caminho. Ninguém é obrigado a aceitar com resignação e conformismo aquilo que pode – e deve – mudar. Todos, afinal, temos o direito de viver e de respirar com alívio, com a certeza de que o que deixamos para trás ficou exatamente onde deveria: lá atrás, bem distante, não tendo mais poder algum sobre nossas vidas e nossa busca pela felicidade.

Fonte do texto: O SEGREDO – Por Marcel Camargo - Fonte da imagem: google/internet

5 MOMENTOS EM QUE VOCÊ PRECISA DIZER NÃO PARA VOCÊ MESMO

 
 5 Momentos em que você precisa dizer NÃO para você mesmo.

Muita coisa para fazer é muito estressado?

Talvez, você deva se perguntar primeiramente por que você está tão ocupado.

Quem está sobrecarregando sua lista de tarefa de qualquer jeito?

As probabilidades são… que seja você!

Quando foi a última vez que você disse não para você?
Dizendo não para você mesmo

Quando você se encontra com muita coisa para fazer, você provavelmente tem somente você para culpar.

Falamos muito em dizer não para outras pessoas, mas tão importante quanto é a habilidade de dizer não para si mesmo.

“Antes que você possa dizer não para os outros, você precisa ser capaz de dizer não para si mesmo.”

Para o que você precisa dizer não para si mesmo?

Veja a lista com 5 momentos onde você precisa dizer não para si mesmo:

1) Quando isso não faz sentido – algumas vezes tudo o que é necessário é um pouco de senso comum. Diga não quando a tarefa à mão for contra-produtiva (ou até auto-destrutiva). De um tempo para dar um passo a trás e considerar quando você simplesmente precisa dizer não;

2) Quando você está estressado – muito do estresse que passamos é auto infligido. Você aceita muitas coisas ou concorda com coisas que não deveria. Quando você está cansado ou fazendo coisas erradas é o momento se segurar e dizer não para si mesmo;

3) Quando você está sobrecarregado – você não pode fazer tudo. Quando tem simplesmente muita coisa em sua lista, você precisa ser capaz de dizer não para alguma de suas tarefas;

4) Quando não for prioritário – é fácil fazer as coisas fáceis. Aquelas que realmente não importam. É difícil fazer aquilo que você deveria estar fazendo. Você precisa ser capaz de escolher entre o que você quer fazer e o que você precisa fazer;

5) Quando é a coisa errada a ser feita – jamais se comprometa ou seus valores, mesmo quando você estiver sobre pressão. Não pegue o caminho mais fácil quando ele vai contra aquilo que é certo. Sempre faça a coisa certa mesmo que você tenha que dizer não à sua voz interior.
Quando o NÃO é a resposta certa

Sua voz interior pode estar dizendo que você consegue “fazer tudo isso”.

Entretanto, isso pode ser uma receita para o desastre.

Você não pode fazer tudo, então seja realista.

Algumas vezes você precisa dizer não, mesmo que seja para si mesmo.

Pergunta: Quando foi a última vez que você disse não para si mesmo?

Fonte: Professores do sucesso - Fonte da imagem: google/internet

SER OU TER?


 Nossa correria diária não nos deixa parar para perceber se o que temos já não é o suficiente para nossa vida. Nos preocupamos muito em TER: ter isso, ter aquilo, comprar isso, comprar aquilo. Os anos vão passando, quando nos damos conta, esquecemos do mais importante que é VIVER e SER FELIZ! Muitas vezes para ser feliz não é preciso ter, o mais importante na vida é ser. As pessoas precisam parar de correr atrás do Ter e começar a correr atrás do ser: ser amigo, ser amado, ser gente. Tenho certeza de que, quando somos, ficamos muito mais felizes do que quando temos. O ser leva uma vida para se conseguir e o ter muitas vezes conseguimos logo. O ser não se acaba nem se perde com o tempo, mas o ter pode terminar logo. O ser é eterno, o ter é passageiro. Mesmo que dure por muito tempo, pode não trazer a felicidade... E é aí que vem o vazio na vida das pessoas... Por isso, tente sempre ser e não ter. Assim você sentirá uma felicidade sem preço! Espero que você deixe de cobrar o que fez e o que não fez nos últimos anos e que você tente o mais importante: ser feliz.

-Autor do texto desconhecido - Fonte da imagem: google/internet

terça-feira, 17 de maio de 2022

O TEMPO NÃO MUDA NADA, QUEM MUDA É VOCÊ!

 Por mais que sempre responsabilizemos o tempo como senhor do destino, na verdade esse papel tem mais haver com você do que com o tempo.

Explico!

Mudança se relaciona com comportamento, disposição e vontade de obter resultados diferentes. No entanto, às vezes, a vida impõem caminhos desconhecidos e que independem da nossa vontade, nos cabendo apenas seguir em frente – sem muitas opções.

É nesses momentos, que, o tempo se faz indispensável. É o tempo de a água correr por baixo da ponte para que as coisas se acalmem, os ânimos se desacelerem, e, que encontremos novas maneiras de agir e reagir frente as diferentes situações que vão se apresentando.


 Enquanto os dias vão passando, e você se readequando as mudanças – muitas vezes, impostas pela vida – você vai fazendo novas escolhas e, sem se dar conta, você vai mudando/readequando seus hábitos, suas crenças e até mesmo seus valores.
Por que se adequar é isso, é se readaptar, se moldar e permitir que o novo invada nossa vida.

É se permitir que tudo pode ser diferente.

É ser humilde para aceitar que nem sempre as coisas são como se quer, mas ainda assim, pode ser bom, muito bom.

E no final desse processo, nos encontramos mais fortes, abertos e dispostos a continuar (sem medos ou traumas), apenas diferentes daquelas pessoas que embarcaram nessa aventura, mesmo que tenha sido a contra gosto – porém mais fortes e transformados.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/07/o-tempo-nao-muda-nada-quem-muda-e-voce/ - Fonte da imagem: google/internet

segunda-feira, 16 de maio de 2022

QUER SER FELIZ? PARE DE SER LEGAL COM TODO MUNDO!

 Por toda a minha vida eu me considerei uma pessoa extrovertida.

Muita gente acha que extrovertidos são aqueles que têm a habilidade de conversar com todo mundo, enquanto introvertidos são tímidos. É um pouco isso, mas não é totalmente assim.

De forma bem simplista, introvertidos são aqueles que recarregam suas energias quando estão sozinhos. Ouvem mais do que falam e, mesmo os que não são tímidos (sim, existem introvertidos que não são tímidos), depois de um certo tempo interagindo com os outros se sentem esgotados e querem se isolar.

Extrovertidos são oposto disso. Eles se sentem “energizados” quando estão com outras pessoas. São os que gostam de conversar não importa o assunto. Mais falam do que ouvem o que os outros têm a dizer e se sentem mais felizes na companhia dos outros do que sozinhos.

 Quando comecei a viajar e trabalhar sozinha, eu sentia muita falta das interações diárias com as pessoas, como eu costumava ter no meu antigo trabalho, por exemplo. Sentia falta de ter sempre a opção de encontrar uma amiga para conversar depois de um dia difícil ou apenas para bater perna no parque ou no shopping, sei lá.

Outra característica é que eu sempre fui muito ativa em relação às minhas amizades. Mandava mensagens regularmente para os amigos e estava sempre planejando encontros, festinhas, jantares nos fins de semana e raramente dizia não a um convite.

Ao longo desse ano eu percebi que eu tenho agido e me sentido diferente. Não foi proposital, mas alguns fatores externos acabaram sendo responsáveis por isso, como:

FALAR INGLÊS = FALAR MENOS

Por passar 95% do meu tempo falando inglês, eu comecei a ouvir muito mais do que falar. Para ser capaz de entender tudo o que estava acontecendo e sendo dito eu precisava prestar mais atenção do que o normal e também pensar mais antes de dizer algo. Depois de um tempo eu percebi (MEU DEUS) o quanto eu falava!

Quando falamos demais, pelos menos 30% do que falamos talvez não precisasse ser dito. Além disso, estamos tirando a oportunidade de outras pessoas no grupo (muitas vezes introvertidas) falarem também e isso pode nos privar de conversas e pontos de vista interessantes sobre algum assunto por não sabermos ouvir.

SEM EMPREGO FIXO = SEM VIDA SOCIAL

Minha primeira preocupação quando comecei viver dessa forma foi: como eu faria novos amigos sem ter um trabalho ou uma razão específica para sair de casa todos os dias? Isso é muito difícil! A gente não faz ideia do quando a nossa vida gira em torno do trabalho ou do quanto ele é importante para a nossa vida social até sairmos desse esquema “9h as 18h“.

Eu passo basicamente a semana toda trabalhando sozinha e precisava encontrar uma alternativa. Esse foi um dos principais motivos que me fez entrar para um grupo fechado de empreendedores que vivem esse mesmo estilo de vida.

Foi esse grupo que me trouxe, pela segunda vez, a um grande evento que eles fazem todos os anos em Bangkok e foi lá que eu cheguei a uma outra conclusão…

MENOS TEMPO PARA SOCIALIZAR = DIZER MAIS NÃO E SER MAIS SELETIVA

A primeira vez que eu vim à esse evento no ano passado meu pensamento foi: preciso conversar com o maior número de pessoas possível, já que esta é minha grande oportunidade de fazer amigos e contatos profissionais não estando todos os dias em um ambiente corporativo.

Sem exagero, eu conversei com umas 100 pessoas de todas as partes do mundo em dois dias, sendo que metade do tempo era dedicado a palestras.

Como todo mundo, eu também tinha um discurso meio pronto que falava de onde eu era, o que eu fazia antes de pedir demissão e o que eu estava fazendo atualmente. Foi ótimo, fiz vários contatos!

Muitos, eu encontrei de novo quando morei no Vietnã, Hong Kong, Medellín e outros lugares onde fiquei por menos tempo. Também é verdade que, quanto mais tempo eu passava nos lugares, mais estreitas ficavam essas relações e algumas renderam boas amizades e até uns trabalhinhos.

Este ano eu estive no evento mais uma vez. Muitas das pessoas que eu conheci no ano passado estavam aqui, mas tinha quase o dobro de gente. O que eu percebi foi que, em vez de me esforçar para conhecer novas pessoas, eu naturalmente estava muito mais interessada em elevar o nível da minha amizade com aqueles que eu já conheço, gosto e não tenho tantas oportunidades para encontrar durante o ano.

Isso me fez notar que o mesmo aconteceu com os meus amigos de São Paulo. Quando visito a cidade, tenho tão pouco tempo que preciso selecionar os lugares e com quem vou estar. Também percebi que muitas pessoas só estavam presentes na minha vida porque era fácil, já que eu sempre tomava a iniciativa e falava com elas.

Com a distância, acabei perdendo o contato com alguns que eu considerava grandes amigos e fortalecendo a amizade com aqueles que realmente estavam dispostos a manter o diálogo mesmo que não tão frequente ou pessoalmente como antes.

Hoje, percebo que a distância e um certo isolamento forçado foram excelentes para que eu me tornasse uma pessoa menos ansiosa (embora eu ainda seja muito), para que eu aprendesse a dizer não para aquilo que não vai ser tão importante para mim, para que eu começasse a identificar quem são meus verdadeiros amigos e passasse um tempo de muito mais qualidade com essas pessoas, principalmente quando eu estou no Brasil ou em algum outro lugar onde eles estejam.

Para muitos, isso pode parecer um comportamento egoísta, mas eu prefiro chamar de prioridade. Quero dar o melhor de mim para aqueles que realmente vão apreciar isso e não simplesmente para ser a “legalzona” e acabar tendo de fazer várias coisas que eu não estou com tanta vontade, sabe como é?

Em outras palavras o meu grande aprendizado foi: não tente ser legal dizendo SIM à tudo aquilo que você já sabe que existe a chance de ser meia-boca. Ou é COM CERTEZA ou NÃO!

 Fonte:http://www.sentimentosemfrases.com/quer-ser-feliz-pare-de-ser-legal-com-todo-mundo/ - Fonte da imagem: internet/google

sexta-feira, 13 de maio de 2022

5 DICAS PRÁTICAS PARA DEIXAR DE SER TROUXA

 Se você chegou aqui é porque está cansado de tanto fazer origami com seu papel de trouxa. Muitos usam o eufemismo ‘Ele é bonzinho demais’, mas, você sabe bem que, no final das contas, não aguenta mais ser passado para trás.

Não espere que eu venha aqui colocar a razão em você e a culpa no mundo e no resto das pessoas. Quero trazer para você um olhar mais sincero possível sobre suas atitudes que você jamais ouviu algum dia. Com essas dicas práticas, você vai deixar de ser um dos grandes responsáveis pelas ciladas que acaba se envolvendo.

RECONHEÇA, VOCÊ FAZ PAPEL DE TROUXA

É difícil, é duro, mas reconhecer é o primeiro passo para tudo. Alguns até podem dizer que a ignorância é uma bênção mas, se você continuar negando, fará papel de otário pelo resto da vida. Como acredito que não queira isso, é pelo reconhecimento que você se mostra pronto para os próximos passos do nosso tratamento.

NÃO SEJA GUIADO PELAS EMOÇÕES

A sabedoria convencional diz para seguir seu coração, ou seja, decidir com base em como você se sente. Este é o grande motivo pelo qual você anda fazendo papel de trouxa sua vida toda. Os sentimentos não são (e nem devem ser) o seu manual de instruções. Na verdade, são reações a situações passadas anteriormente mais do que reflexos de seu sistema de valores. Tem certeza de que quer fazer decisões importantes da vida com base em um desgosto passado? Ou você prefere decidir com base no que você deseja criar em seu futuro? Como você já percebeu, seguindo o seu coração só vai fazer de você uma vítima de suas emoções. Em vez de ceder a elas e seguir seu coração até a beira do abismo, a melhor coisa é buscar sabedoria de fontes que você pode confiar (amigos, familiares, conhecidos). Permita que o seu cérebro absorva todas as informações que você está recebendo antes de reagir e, em seguida, faça uma escolha sábia depois de considerar todas as suas opções. Use o seu instinto e intelecto para racionalmente tomar decisões com base no que você sabe, não o que você sente.

NÃO ESPERE A ATENÇÃO DE QUEM NÃO SE INTERESSA POR VOCÊ

Infantilmente, lidamos com a rejeição dando murro em ponta de faca. Tentando chamar a atenção da pessoa que não se interessa pela gente. Nosso ego fala mais alto e precisamos provar ao mundo que não somos pessoas para serem rejeitadas. Na parte prática, o trouxa sempre deixa aquela pessoa que gosta e valoriza a gente de lado, para tentar uma chance com aquela que está ‘cagando’ para nossa existência, pela simples vaidade de achar que “merecemos mais”. Nenhum relacionamento feliz e sadio começa com um só lado demonstrando interesse e correndo atrás. Afinal, amor é uma prova de revezamento, não uma corrida solo.

ANTES DE AMAR ALGUÉM, AME A SI MESMO

Todo mundo está cansado de saber o que é amar outra pessoa. Aquele sentimento de desejar intensamente, admirar, sofrer e investir emocionalmente. Somos capazes de mover mundos e fundos para nutrir o amor por outras pessoas. Mas, e quanto a amar você mesmo? Aqui não estou me referindo a um sentimento egoísta e de ser achar superior a qualquer outra pessoa. O amor-próprio é uma combinação de auto aceitação, autocontrole, auto percepção, bondade e respeito próprio. Tornando o conceito mais didático, o amor-próprio é a autoestima positiva em ação. Antes de buscar alguém para ficar ao seu lado, este deveria ser a ação primeira de qualquer pessoa. Se você não consegue ficar bem consigo mesmo, como pode transmitir alegria e felicidade a outra pessoa? É através do amor-próprio que estamos verdadeiramente prontos para um relacionamento amoroso no qual podemos desfrutar a companhia de outra companheira.

NÃO CRIE EXPECTATIVAS COM OS OUTROS

As expectativas são aspirações do que queremos que aconteça como resultado do que fazemos, dizemos ou planejamos. Abrir mão de expectativas é uma forma de desapegar e diminuir a ansiedade. É um exercício necessário para que você consiga enxergar, com mais clareza, sem as distorções que as expectativas criam. Além disso, quanto menos expectativas, maior é a possibilidade de ser surpreendido positivamente. Quando esperamos muito de alguém, dificilmente a resposta será no mesmo nível, ocasionando uma frustração muito maior. O primeiro passo para não criar expectativas é identificar o quanto tem alimentado esperanças em relação ao outro que não se conectam necessariamente ao que ele é, mas apenas se vincula ao que você pensa que precisa dele. É fácil alimentarmos carências e projetarmos no outro, portanto a pergunta que você deve fazer é: “até que ponto estou projetando em alguém esse vazio que jamais será preenchido por quem quer que seja a não ser por mim mesmo?”.

APRENDA A DIZER NÃO

Aprender a falar ‘Não’ é importante para manter o equilíbrio emocional. As pessoas boazinhas “engolem tudo” por medo de não magoar outros, pela possível reação agressiva na negativa, por receio de não ser importante ou por medo de represálias. Essas pessoas que não colocam limites às solicitações externas tendem a alimentar sua própria baixo autoestima, pois demonstram que não conseguem valorizar suas necessidades e prioridades. Quem está ao seu redor acaba não enxergando o seu limite. Se você não informar ao outro quando este limite chegou, ou que algo não lhe agrada, ninguém fará por você.

-Fonte: Manual do homem moderno - via: http://www.sentimentosemfrases.com/5-dicas-praticas-para-deixar-de-ser-trouxa/

NÃO É O MAIS FORTE QUEM SOBREVIVE, NEM O MAIS INTELIGENTE, MAS O QUE MELHOR SE ADAPTA ÀS MUDANÇAS!

 
Quem sobrevive…

Nos dias atuais fica difícil dizer quem está bem. Parece que uma comoção tomou conta das pessoas, a autocomiseração e o vitimismo.
O cenário econômico, o desemprego atrelado a miséria e ao despreparo de algumas pessoas levam a um estado de desânimo e desassossego.
Parece que ninguém está seguro, não existe estabilidade e tudo pode mudar a qualquer instante.
Nesses momentos se torna imprescindível que você tenha fé uma crença forte o suficiente capaz de te manter em pé e que quando caído levante-se rapidamente.

Não temos tempo para chorar o “leite derramado” é preciso reagir, tomar as rédeas das nossas vidas.
E se o trabalho não deu certo, se o namoro acabou ou se as coisas não saíram como você planejou saiba que está na hora de acionar o plano B. Sempre existirão outras saídas, outros trabalhos, outros amores.
Como disse Leon C. Megginson: Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.
Sendo assim só nos resta adaptarmos ao momento atual e fazer dos momentos de crise novas oportunidades para o sucesso.
Sonhar é um direito de muitos. Realizar é um privilégio de poucos!
Você chegou trazendo a lua e um abraço apertado. Nunca estou só. Quando você não está, tua ausência me faz companhia.

-Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/07/nao-e-o-mais-forte-quem-sobrevive-nem-o-mais-inteligente-mas-o-que-melhor-se-adapta-as-mudancas/ - Fonte da imagem: google/internet

quinta-feira, 12 de maio de 2022

36 COISAS QUE PESSOAS COM ANSIEDADE GOSTARIAM QUE SEUS AMIGOS SOUBESSEM

Mensagens de texto sem resposta, convites recusados e chamadas não atendidas. Quando você sofre de ansiedade, estes aspectos geralmente comuns da amizade podem ser bem complicados. Mas isso não significa que estas pessoas não podem ter amigos, e muito menos que estes amigos não se importam com elas.


O The Mighty perguntou aos seus leitores que sofrem de ansiedade o que eles gostariam que seus amigos soubessem.

Vejamos o que eles têm a dizer:

1. “O que pode parecer irracional para você, é bem real para mim.” — Paige Johnson

2. “Eu nunca sei quando a ansiedade vai atacar. Quando isso acontecer, vou precisar da sua ajuda.” — Dani Hazlewood

3. “Eu não estou evitando você. Em certos momentos, pode ser difícil falar ao telefone e fazer planos. Não é como se eu não quisesse desesperadamente conversar. É que nem sempre eu consigo.”— Marie Abbott Belcher

4. “Não desista de mim quando eu me isolar.” — Jen Jolly

5. “Ajuda muito quando alguém que eu amo e confio me lembra de respirar fundo.” — Tania Lynne Sidiqi

6. “Seja paciente comigo; a ansiedade nem sempre se manifesta com um ataque de pânico. Ataques de raiva, que parecem uma manifestação extrema de frustração também são comuns.” — Tabitha Rainey

7. “Mesmo quando tudo está bem, eu fico esperando algo horrível acontecer.” —Lindsay Ballard

8. “Quando estou muito silencioso, não é tristeza, tédio, cansaço ou qualquer outra coisa. Às vezes, acontece tanta coisa ao mesmo tempo na minha cabeça que não consigo perceber o que está à minha volta.”— Amanda Jade Briska

9. “Infelizmente, não posso apertar um botão e desligar a ansiedade.” — Katie Keepman

10. “Em alguns momentos, sinto ansiedade, mas não tenho ideia do motivo pelo qual estou ansiosa.” — Laura Hernandez

11. “Tudo pode mudar em menos de 30 segundos. Posso ter ataques se houverem muitas pessoas à minha volta, se não houver uma saída conhecida para uma determinada situação, etc.” — Ashleigh Young

12. “É sério — não é você, sou eu. A ansiedade generalizada é como estar se afogando o tempo todo. Algumas situações da vida intensificam esta sensação. Não leve para o lado pessoal quando eu tiver dificuldades em fazer planos.”—Cory Lee Tyler

13. “Quando você me perguntar se está tudo bem e eu disser que sim, não pense que não confio em você. Na minha cabeça, você pode parar de me enxergar como uma pessoa gentil, divertida e tranquila se souber a verdade.” — Arianne Gaudet

14. “Desculpe. Peço perdão por cada convite que recusei, por todas as vezes em que pareci irracional ou desagradável porque estava me sentindo oprimida e amedrontada. Peço desculpas pelas vezes que disse que faria algo, mas não fiz. Desculpe por minha ansiedade também afetar você.” —Melissa Kapuszcak

15. “A ansiedade não tem um rosto. Não preciso estar tremendo ou ofegando para ter um ataque de ansiedade.” — Vicki Blank

16. “Quando eu fico ansiosa demais para sair de casa, preciso que você me procure. Preciso saber que alguém se importa comigo e sente minha falta.”—Hayley Lyvers

17. “Não me exclua. Minha ansiedade pode me impedir de fazer certas coisas, mas um simples convite pode mudar meu dia para melhor.”— Vikki Rose Donaghy

18. “Por causa da ansiedade, eu analiso as coisas o tempo todo. Por mais que isso seja cansativo, não consigo desligar meu cérebro.” — Cailea Hiller

19. “Ansiedade não é uma atitude.” — Clare Goodwin

20. “Não precisa tentar me curar. Por favor, apenas me ame como eu sou.“— Carole Detweiler Oranzi

21. “Quero pedir desculpas por todas as vezes que fugi de você. Por todas as vezes que precisei ir embora mais cedo e você não entendeu. Por todas as vezes que precisei lhe dizer não.”— Mary Kate Donahue

22. “Na maioria das vezes, você não saberá que estou tendo um ataque de ansiedade se eu não disser.” — Kylie Wagner-Grobman

23. “Se eu não me sentir confortável fazendo algo, não insista. Tentar me convencer só piora as coisas.” — Jennifer DiTaranto

24. “Muitas vezes, a ansiedade me impede de socializar. Quando eu cancelo algo de última hora, nunca é devido à preguiça ou hostilidade. Saiba que se você precisar de mim, estarei ao seu lado da maneira que eu puder.” — Bridget Hamilton

25. “Na maior parte do tempo, não sei direito o que acontece na minha cabeça. Eu entendo que posso ser complicada às vezes, mas suas tentativas de me compreender são muito importantes para mim.” — Avery Roe

26. “Por favor, não me diga para superar isso ou que estou sendo boba.” — Carla Estevez

27. “Quando eu cancelar planos com você sem explicar demais é porque tenho medo de admitir que estou sofrendo de ansiedade. Não tem nada a ver com você… é tudo culpa dos meus ataques de pânico.”— Dorie Cabasag-Smith

28. “Por mais que eu costume recusar certos convites, continue me convidando assim mesmo. Alguns dias são melhores do que os outros, então minha resposta pode surpreender você. Seja paciente.”— Kara Edkins

29. “Não leve para o lado pessoal quando eu não quiser sair. Minha zona de conforto é a minha casa. É o único lugar onde me sinto segura.”— Elizabeth Vasquez

30. “Quando eu disser que não consigo aguentar mais nada, não é força de expressão.”— Christine L Hauck

31. “Quando não consigo fazer algo, ninguém fica mais desapontada do que eu. Por favor, tente entender isso.”— Lindsey Hemphill

32. “Em alguns momentos, eu só preciso ficar sozinha. Não é nada pessoal. Eu não sou louca. Não tenho problema algum. Só preciso sacudir a poeira e fazer algo divertido. Algumas vezes, preciso ficar sozinha para respirar fundo e me acalmar.” — Stacey Weber

33. “Toda vez que conversamos, cada palavra da nossa conversa passa pela minha mente várias vezes. Se eu disser algo que talvez não devesse ter dito, mesmo que não seja nada do outro mundo, isso pode me deixar obcecada por anos.”—Chelsea Noelani Gober

34. “Eu não me defino por minha ansiedade, então não pense em mim desta forma.” — Abi Wylie

35. “Eu sei que posso parecer ridícula às vezes, mas por favor, me ame assim mesmo.” — Melissa Renee Wilkerson

36. “Dê-me um pouco de espaço, mas não se esqueça de mim.”
-Vickie Boyette 

-Fonte: The Mighty - via: http://www.sentimentosemfrases.com/36-coisas-que-pessoas-com-ansiedade-gostariam-que-seus-amigos-soubessem/- Fonte da imagem: google/internet

10 frases emocionalmente prejudiciais que os pais devem evitar dizer a seus filhos

 São coisas que podem destruir a vida de seus filhos! JAMAIS diga isso a eles. E se já disseram, não repitam, por favor!

Você deseja ter filhos emocionalmente saudáveis, que se tornem adultos bem ajustados, cidadãos de bem? Então JAMAIS diga estas coisas a eles:

1. "Você é um preguiçoso!"

Há muito tempo, conheci uma adolescente que costumava ouvir isso de sua mãe desde que ela era pequena. Foi muito chocante ouvir da boca da jovem "Eu sou uma preguiçosa". E ela simplesmente acreditou naquilo e se tornou aquilo. O que você costuma dizer a seus filhos e sobre eles pode definir o que eles se tornarão.

2. "Você puxou ao seu pai/tio/avô!" (quando ele se comporta mal)

Aí está algo cruel e perigoso de se dizer. Se seu filho cometeu um erro e você disser que ele puxou a outro familiar que tem fama de se envolver em problemas, ele crescerá pensando "Bem, eu sou igual a ele mesmo, nem preciso me esforçar para ser melhor. Meu destino está traçado".

Você deve deixar claro que cada pessoa é única e capaz para fazer boas escolhas, seja filha ou descendente de quem for.

3. "Você nunca/sempre...!"

JAMAIS diga coisas como "Você nunca me ajuda", "Você nunca faz nada certo", "Você sempre faz... (algo negativo)". Você não pode anular tudo de bom que seus filhos fizeram por conta de uma atitude ou outra negativa.

Imagine seu chefe lhe dizendo "Você não faz nada certo!" quando você cometeu poucos erros depois de anos de dedicação na empresa. Seria um balde de água fria no seu ânimo, você ficaria revoltado. Pois bem, é exatamente assim que seu filho se sente.

4. "Você deveria ser como seu irmão!"

As comparações causam frustração, induzem ao ciúme e à rivalidade. Se você quiser que seus filhos se deem bem, jamais faça comparações. Se você quiser ter um filho mentalmente saudável, abandone este hábito.

5. "Seria melhor se eu não tivesse tido você!"

Sabe como seu filho poderá entender essa frase? "Seria melhor que você estivesse morto!", "Eu não amo você!", "Você é um problema na minha vida!". Jamais destrua a autoestima e a segurança de seu filho dizendo essa barbaridade!

6. "Seu burro!"

Não coloque em xeque a capacidade intelectual de quem quer que seja, ainda mais de seus rebentos. Somos todos diferentes e nos desenvolvemos em velocidade diferente. Além do mais, não há barreira que não possa ser transposta depois de muita dedicação.

Vou contar algo que me aconteceu quando eu tinha 11 anos. Eu costumava cometer muitos erros de ortografia, erros primários, que muitos na minha idade já não cometiam havia tempo. Naquela época, minha professora de português vivia me chamando de burra. Eu entrava nas aulas dela com o coração na mão e pronta para fracassar. Era angustiante. A minha "sorte" é que meus pais estavam sempre elevando minha autoestima. Para eles eu era esforçada e inteligente. Nem quero pensar o que teria sido da minha vida se meus pais reforçassem as críticas que eu recebia na escola.

Tenho um filho de 15 anos com Síndrome de Down. Ele ainda não é alfabetizado. De vez em quando ele diz "eu não consigo", e eu procuro deixar bem claro que não tem problema de ele não conseguir agora, um dia ele conseguirá. Eu realmente não sei se um dia ele conseguirá ler e escrever sem supervisão. Mas não posso tirar as esperanças dele nem vou deixar de amá-lo por isso. Precisamos amar e aceitar nossos filhos como eles são.

7. "Você é gordo/magro demais!"


Nosso lar dever ser um refúgio e encorajamento para nossos filhos, não de bullying. Se seu filho está com problemas com o peso, em vez de insultá-lo pensando que isso irá ajudá-lo a comer menos ou mais, busque ajuda médica. E comece as mudanças por você mesmo, preparando refeições mais saudáveis, comprando coisas mais saudáveis e se alimentando melhor.

8. "A culpa não é sua!" (quando ele é culpado)

Muitos pais acham que os filhos dos outros são sempre os culpados, nunca os próprios filhos. Se você costuma passar a mão na cabeça ou acobertar os erros de seus filhos, prepare-se para uma alta frequência a delegacias e presídios no futuro.

Seu filho roubou? Faça-o devolver. Ele ofendeu? Faça-o pedir desculpas. Ele quebrou? Faça-o restituir. Ele errou, faça-o assumir. Não há atalho para se criar um filho bom e honesto.

9. "Você é o melhor de todos!"

Até mesmo os elogios têm limites. Se não quiser ter um filho narcisista, antipático, orgulhoso, não o coloque em um pedestal. Ele terá muitos problemas na vida se você fizer isso.

10. "Você merece!"

Poucos anos atrás, li um texto espetacular da jornalista Elaine Brum intitulado "Meu filho, você não merece nada!" Ela faz uma crítica a pais que acham que os filhos "merecem" tudo o que eles não tiveram, que merecem tudo sem o mínimo esforço. Parte do texto diz: "Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas - onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece - porque obviamente não acontece - sentem-se traídos, revoltam-se com a 'injustiça' e boa parte se emburra e desiste." Nutrir esse tipo de pensamento nos filhos é condená-los ao fracasso.

"As palavras têm a leveza do vento e a força da tempestade" (Victor Hugo). Que possamos usá-las para fortalecer, apoiar, corrigir, guiar e elevar nossos filhos. Boa parte da responsabilidade pelo que eles se tornam recai sobre nós, seus pais. Que possamos fazer um bom trabalho, encarando a parentalidade como um encargo importante e intransferível.


-Erika Strassburger - Fonte: http://www.familia.com.br/10230/filhos/10-frases-emocionalmente-prejudiciais-que-os-pais-devem-evitar-dizer-a-seus-filhos - Fonte da imagem: google/internet

quarta-feira, 11 de maio de 2022

As 4 características de personalidade mais difíceis de mudar. Quais são as suas?

 Nossas imperfeições nos definem tanto quanto os nossos pontos positivos, e como ninguém é perfeito, a maior parte do crescimento humano não é só reconhecer essas falhas, mas fazer algum esforço para corrigi-las.

Porém, essa não é uma tarefa fácil, afinal muitas características de nossa personalidade são difíceis de controlar, sendo que, muitas vezes, nem percebemos quanto algumas delas realmente são prejudiciais em nossa vida. Por esse motivo, é de extrema importância se observar a fim de constatar se há alguma coisa atrapalhando a sua evolução devido a essas características, seja no trabalho, na escola, em casa, na vida afetiva etc. A capacidade de reconhecer que a mudança pessoal é necessária é o primeiro passo para reverter esses estados. Confira abaixo quais os traços de personalidades que são mais difíceis de ser alterados, mas não impossíveis.

1 – Se fazer de vítima

“Eu não tenho dinheiro, não tenho amor, não tenho amigos, ninguém curte minhas postagens no Facebook …” Você já se pegou fazendo algum drama desse tipo? Vale lembrar, antes de qualquer coisa, que não estamos tirando o direito de ninguém reclamar da vida. No entanto, se você possuiu saúde, comida, família e um teto para se abrigar, já é um bom começo.

Às vezes, o ideal é olhar o tempo todo a sua volta, na verdade, essa talvez seja a receita mais infalível para acabar com o sentimento prejudicial de se fazer de vítima. Há pessoas que só desejam viver, vencer uma doença, ter algo para comer ou um lugar para morar. Pode parecer piegas, mas é a realidade.

2 – Mentir

Síndrome do Pinóquio, quem tem? Talvez todo mundo tenha um lado mentiroso, não é? A mentira está presente na vida de praticamente todas as pessoas do mundo, principalmente aquelas inverdades consideradas inofensivas utilizadas até mesmo sem que a gente se dê conta.

O real problema começa quando a mentira é prejudicial e provoca sofrimento a você e outras pessoas, mina a sua credibilidade, atrapalha os seus estudos, o seu trabalho e os seus relacionamentos. Quando é um caso desses, a coisa é séria, sendo necessário corrigir essa característica.
E mais, você sabia que existem até horários do dia em que mais mentimos? Recentemente, foi divulgado um estudo afirmando isso, os pesquisadores da Universidade de Harvard e de Utah realizaram alguns experimentos sobre mentira, traição e até roubo que mostraram que essas ocorrências eram mais altas na parte da tarde.

De acordo com os pesquisadores, de manhã estamos mais descansados e, por isso, mais honestos. A falta de descanso faz com que haja um declínio em nosso autocontrole e na capacidade de tomar decisões, tornando a mentira um caminho mais fácil.

3 – Guardar rancor

Como você lida com seu rancor? Você guarda ressentimento por alguém ou algo que aconteceu por anos a fio? Tenha em mente que isso só faz mal, podendo até afetar a sua saúde. Às vezes o melhor é deixar passar, deixar esse sentimento de lado. Pois assim, você libera o seu cérebro para pensamentos mais positivos e produtivos, dedicando também a sua energia para o que lhe faz bem. É claro que cada caso é um caso e sabemos que é fácil falar, mas na prática é mais difícil. Mas ainda assim, não custa tentar.

Em um estudo de 2000, foi confirmado que perdoar é melhor para as pessoas do que guardar rancor, pelo menos em termos de efeitos negativos sobre o corpo. “Quando as pessoas pensam sobre os seus infratores de forma implacável, elas tendem a experimentar emoções negativas mais fortes e maiores respostas fisiológicas de estresse”, disse a líder do estudo Charlotte vanOyen Witvliet ao WebMD. A pesquisa demonstrou que, quando essas mesmas pessoas pensam de forma mais tolerante sobre quem lhe causou algum sofrimento, elas pareciam experimentar um sentimento mais positivo, maior controle percebido e menos stress.

4 – Ser tímido

Timidez é sempre um problema limitador, mas se você parar para pensar, certamente vai lembrar de alguém que era muito tímido quando mais novo e agora é bastante extrovertido ou vice-versa. É claro que há também muita gente que mantém a timidez desde criança até quando se torna adulto. Mas essa é uma característica que pode realmente mudar com o tempo, embora dependa de vários fatores, como ambiente no qual a pessoa vive, família, amigos, problemas etc.

Ainda assim, quem vence a timidez pode se considerar um campeão. Pois esse é um traço difícil de mudar, o motivo da dificuldade é que a sua mente está constantemente lhe dizendo que é mais seguro se manter mais quieto, recluso, longe da multidão. Um estudo de 2010, identificou alguns aspectos da timidez:
Alguns nascem com uma inclinação para a timidez, porém esse fator não é uma condenação eterna a desviar os olhos dos outros. De acordo com o pesquisador do estudo, isso depende muito também da criação que a pessoa tem;
Mais timidez é adquirida através de experiências de vida;
Há uma neurobiologia da timidez, sendo pelo menos três centros cerebrais que interpõem o medo e a ansiedade e que organizam a resposta de todo o corpo com o que reconhecemos como timidez;
A incidência de timidez varia entre os países. Israelenses parecem ser os menos tímidos habitantes do mundo. Um importante fator contribuinte são os estilos culturais de atribuir elogio e culpa para as crianças.

-Fonte:http://www.equilibrioemvida.com/2016/04/as-4-caracteristicas-de-personalidade-mais-dificeis-de-mudar-quais-sao-as-suas/ - Fonte da imagem: google/internet