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quinta-feira, 15 de setembro de 2022

10 SINTOMAS DO ESGOTAMENTO EMOCIONAL:

O esgotamento emocional é um grande vilão que se não for tratado com seriedade pode se transformar em depressão.
Tudo começa de forma discreta e você não dá importância, acha que é apenas cansaço e assim que tiver um tempo tira uma folga para relaxar e tudo ficará bem.

O problema é que essa folga vai sendo adiada constantemente por problemas cotidianos e alguns sintomas começam a aparecer. Quando são sintomas físicos você procura um médico.O médico por sua vez diz que não é nada grave e prescreve um calmante natural junto com o remédio para tratar o problema físico.

Você segue o tratamento, os sintomas físicos (geralmente ligados ao aparelho digestivo) melhoram e você segue bem por um curto período, até aparecer outro problema.

O esgotamento emocional aparece geralmente após um período conturbado que ficou para trás, ou junto com um problema que você está lutando para resolver mas não consegue.

Aqui seguem alguns sintomas típicos que você deve ficar atento para não deixá-los sem a devida atenção.

1 – O sono não é reparador 

Você já acorda cansado, mesmo tendo dormido a noite toda. Precisa de uma boa dose de café para sair de casa e começar seus afazeres diários. O cansaço só vai piorando durante o dia.

2 – Queda de rendimento no trabalho  

Você não é mais tão rápido para fazer tudo o que sempre fez com disposição. Tem dias que parece que está ligado no modo automático no trabalho e em reuniões para organização de novos projetos você não tem ideias e acaba seguindo e apoiando as ideias dos outros pois está cansado demais para se empenhar em algo novo e ser criativo.

3 – Memória fraca

A agenda agora é sua amiga, pois sem o aviso no celular você esquece mesmo e nem se dá conta, por isso até coisas que você costumava nunca esquecer estão sendo colocadas para apitar no telefone.

4 – Há algum tempo sair de casa para festas e ficar com os amigos já não te dão entusiasmo 

Antes era bom sair, conversar com amigos, mas agora existe sempre uma boa desculpa para ficar de pijama em casa. Assistir um filme debaixo das cobertas é muito mais satisfatório do que ir ao cinema. Ás vezes você até sai, conversa, mas tem sempre uma preocupação te impedindo de curtir inteiramente um momento de descontração. Você prefere não ficar muito tempo fora de casa, precisa de mais tempo de descanso.

5- Azia, dores de estômago e intestino que não funciona como deveria 

Nosso aparelho digestivo é sempre o primeiro a dar sinais de que suas emoções não estão bem. Pessoas esgotadas emocionalmente sempre sofrem com algum tipo de problema no aparelho digestivo. Você marca consulta com o gastro, toma os remédios e muda a dieta, como o médico sugere. Mas o problema insiste em voltar e você não entende o porquê.

6- Dores de cabeça 

Por não ser insuportável, basta tomar um analgésico e tudo fica bem, mas ela marca presença pelo menos três vezes ao mês, ou até mais. É claro que você deve ir ao médico investigar sintomas físicos, seguir recomendações médicas é fundamental, mas nesse caso, os exames não identificam nada e você acaba com uma frustração e uma receita de calmante leve e natural para melhorar.

7- Vontade de chorar sem explicação aparente

Sua sensibilidade está muito maior e coisas pequenas como perder o ônibus e chegar atrasado a um compromisso ou uma despesa inesperada que irá te deixar mais apertado financeiramente durante o mês já são suficientes para um choro compulsivo e reclamações exageradas. Depois do desabafo você melhora e segue o resto do dia quieto até a hora de dormir. No outro dia você sente vergonha por ter sido tão sensível e procura seguir como se nada tivesse acontecido.

8- Dificuldades para ler e assimilar novos conteúdos

Ler um livro e conseguir prestar atenção ficou mais difícil. No meio da página você começa a pensar em outras coisas e quando volta para a realidade se dá conta que esqueceu o que acabou de ler e volta para a página anterior. Aprender algo novo está mais complicado, sua paciência em aulas e palestras já não é a mesma de antes. Não vê a hora de ir embora fazer outras coisas, pois prestar atenção está difícil.

9 – Pensamentos negativos mais frequentes

No geral você é uma pessoa otimista, compartilha mensagens bonitas de motivação em redes sociais, mas ás vezes lá no fundo você sente vontade de explodir, não faz orações ou frequenta sua religião com o mesmo entusiasmo e para de buscar novas soluções para os problemas, pois acredita que as coisas podem piorar se você tentar algo novo. Sente mais o lado negativo, e se existe uma chance das coisas darem errado elas agora recebem mais atenção da sua parte, pois você está cansado de se machucar e esperar demais de tudo e de todos.

10 – Engolir sapos para evitar discussões

Pra você certas pessoas são do jeito que são e não vão mudar. Elas te irritam, tratam mal, mas você prefere não confrontar porque seria perda de tempo, principalmente no trabalho. É uma boa linha de raciocínio, desde que não te afete emocionalmente. É preciso impor limites ás vezes, mesmo que seja educadamente. Se for possível cortar da sua vida para ter paz e saúde, não pense duas vezes. Da mesma forma que ninguém está disposto a ficar doente por você, você também não pode tolerar comportamentos abusivos para não causar atritos. Liberte-se!
Como tratar?

Os sintomas físicos devem sempre receber atenção de um médico e o tratamento deve ser seguido, mas tudo que for de fundo emocional não vai parar de se manifestar.
Pare de adiar seu descanso, faça algo por você! Procure ajuda, terapia convencional ou holística. Liberte-se de relacionamentos destrutivos que não te levarão a felicidade nunca. Atue a seu favor, não tente absorver problemas que não são seus. Não faça pelos outros mais do que faz por você. Coloque-se em primeiro lugar, nada deve ser feito no modo automático. Você deve sentir a vida e não apenas seguir o fluxo.

Que Deus te abençoe sempre!

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/07/10-sintomas-do-esgotamento-emocional/ Fonte da imagem: Google/internet

MAIS UM MOTIVO PRA NÃO SE IMPORTAR COM O QUE AS PESSOAS DIZEM

“As pessoas admiram suas qualidades em silêncio, e julgam seus defeitos em voz alta.” Parece só mais uma frase de efeito, mas, no fundo, essa frase demonstra uma correspondência assustadora com a realidade.

É que a crueldade com que as pessoas costumam julgar umas às outras é o que me faz achar metade do mundo uma droga – e é do que você deve se lembrar da próxima vez em que pensar em se importar com os comentários negativos que fizerem ao seu respeito: as pessoas são cruéis.

Não todas, calma lá. Esta que vos fala gosta de blues, de café e de gente – até demais. Porque existe gente boa. Gente com energia boa, com palavras doces, com gestos bonitos e ataques de gentileza que fazem do mundo um lugar minimamente adequado pra se viver.

Mas, como nem tudo são flores, há as pessoas que tentam te diminuir quando você cresce. As que elogiam seus pontos fracos para que você não evolua. Que mascaram seus defeitos para que você não preste atenção neles – como se isto fosse possível – mas os superestimam na sua ausência, os gritam para o mundo. Os acendem com luz neon para que todos vejam o quanto eles são terríveis, enquanto te diz, com um sorriso falso no rosto, que tudo vai bem. Que você não precisa se preocupar. Você não precisa se esforçar. Você não precisa crescer. É preciso aceitar: há pessoas que simplesmente não querem o seu progresso.

Há outras que podem até querer te ver bem, mas não melhor do que elas. E com essas pessoas você precisa ter cuidado. Você deve se blindar – se vestir de autoconfiança. A autoconfiança, aliás, é um escudo e tanto: é o que te faz feliz com você mesmo, consciente dos seus defeitos e disposto a superá-los, quando possível, e, quando não, aceita-los.

Para essas pessoas, a tristeza alheia é alimento. As palavras são armas letais que vão em cheio na felicidade dos distraídos – por isso, não se distraia. Não aceite críticas cruéis ou falsos abraços. O que não é verdadeiro, não acrescenta e não faz falta. Não ocupe espaço com o que te suga energia, sorriso, vontade.

Essas pessoas são dignas da mais pura compaixão – porque elas precisam que o outro caia para que permaneçam de pé. Em vez de evoluir, elas ocupam seu tempo em testemunhar a desgraça alheia, para criarem uma ilusão de superioridade. Porque, sozinhas, elas não se valem.

Porque há pessoas que criticam aquilo que mais gostariam de possuir. Que maldizem em pensamento e sorriem, cheias de dentes. Pessoas que definham ao testemunharem a felicidade de outrem. Faça – as definhar. Responda com um sorriso tão cheio de luz que seja capaz de encandear olhos acostumados com a escuridão. Porque luz própria é coisa que não se compra.

A parte boa disso tudo é você pode escolher. É que existe o outro lado. Existe a luz e a escuridão. A doçura e a crueldade, o ódio disfarçado de sorriso e o amor que transborda pelos olhos. Existem dois caminhos antagônicos sempre abertos, e você escolhe, diariamente, qual deles quer seguir. Você escolhe a cada abraço, a cada tropeço, a cada oportunidade que a vida te dá de acordar e fazer diferente.

A nossa felicidade depende, em grande parte, das relações que construímos ao longo da vida. Escolha as pessoas que te abraçam e deixam aquela sensação de banho tomado, de alma lavada, de carinho no coração. O mal passará por você o tempo todo, mas sempre dá pra desviar.

Não revide falsidade com mais falsidade. Não deixe que o mal que há nas pessoas transforme o bem que há em você – porque nós somos os responsáveis por quem somos, e quando você assume essa responsabilidade, você entende o que é ser feliz – independente do mal olhado e do mal pensado – você aprende a ser feliz.

Fonte do texto: por Nathali Macedo - Publicado originalmente em: Entenda os Homens - via: https://osegredo.com.br/2013/12/mais-um-motivo-para-nao-se-importar-com-o-que-pessoas-dizem/ Fonte da imagem: Google/internet

USE O CÉREBRO ANTES DE USAR A LÍNGUA!

 Mais do que falar, devemos saber o que, quando e com quem falar, caso contrário, as palavras soarão nada mais do que como um nada ofensivo.

***
A sabedoria popular já nos aconselha que a palavra é prata e o silêncio é ouro, não à toa. Saber o momento certo para nos expressarmos, bem como usando as palavras mais adequadas, é uma das melhores formas de não entrarmos em discussões desnecessárias e de evitarmos magoar as pessoas. Além disso, o fato de termos uma opinião formada não quer dizer que estamos certos.

A comunicação humana realmente é muito complexa, pois envolve pontos de vista distintos, às vezes semelhantes, muitas vezes dissonantes. Cada um de nós possui as próprias formas de pensar e de sentir as coisas, pois cada pessoa passa por lugares diferentes, vem de onde o outro nem imagina, passa por situações que moldaram sua visão de mundo de forma singular.


Por isso é que não devemos esperar que o outro tenha as mesmas reações que as nossas ou se comporte conforme aquilo que esperamos. Por isso é que não podemos achar que sabemos exatamente o que o outro precisa ouvir naquele momento, que estaremos o ajudando quando opinarmos ou darmos conselhos. Muitas vezes, não queremos ouvir nada de ninguém, nem estamos prontos para receber alguma coisa – queremos paz e silêncio.

É preciso perceber que existem momentos em que não adianta tentar conversar, tampouco seremos ouvidos. Da mesma forma, devemos ter noção do nosso grau de intimidade com a pessoa a quem queremos expressar nossas opiniões, pois estaremos sendo invasivos, indelicados e desagradáveis, caso não sejamos próximos o bastante. Afinal, quem somos nós, para falar o que quisermos para quem quisermos?

E, mesmo que se trate de alguém com quem tenhamos uma relação forte e constituída, não podemos supor que possuímos um passe livre para adentrar na vida dele quando e como quisermos. Com amigos, familiares e parceiros, temos ainda uma obrigação maior de saber até onde podemos ir, com quais palavras devemos entrar e o momento certo de agir e de falar.

Ninguém é obrigado a ouvir o que não quiser, a não ser em situações específicas, como nas orientações no trabalho, nas correções que os pais fazem, na escola. Mesmo assim, a maneira como as coisas são ditas fazem toda a diferença na receptividade do ouvinte. Grosseria são automaticamente repelidas por quem as recebe e, na maioria das vezes, devolvidas no mesmo ritmo ofensivo.

É preciso, portanto, muita ponderação e discernimento no trato com as pessoas, principalmente quando elas estão passando por situações difíceis e desagradáveis, pois nem sempre estarão abertas ao diálogo. Mais do que falar, devemos saber o que, quando e com quem falar, caso contrário, as palavras soarão nada mais do que como um nada ofensivo. Preferível, no caso, um silêncio confortador.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/05/que-sua-fala-seja-melhor-do-que-o-seu-silencio/ - Fonte da imagem: internet/google

CORTANDO O CORDÃO UMBILICAL: OS PROBLEMAS DE SUA FAMÍLIA NÃO SÃO SEUS!

 A família é nosso primeiro meio social, é onde construímos e nutrimos nossas primeiras relações e também onde iniciamos nosso desenvolvimento do Eu.

Os vínculos costumam se desenvolver de forma intensa, por vezes nos tornando cuidadores e defensores de nossa família.

Acontece que muitas vezes esses laços se constituem de forma a não estabelecer limites a essas relações, tornando-as disfuncionais.

Família disfuncional? O que é? “Uma família disfuncional é aquela que responde as exigências internas e externas de mudança, padronizando seu funcionamento. Relaciona-se sempre da mesma maneira, de forma rígida não permitindo possibilidades de alternativa. Podemos dizer que ocorre um bloqueio no processo de comunicação familiar”. Fonte: Boa Saúde

Em muitos casos um familiar responsabiliza-se por resoluções de problemas e conflitos que não deveriam ser de sua preocupação. Veja alguns que estão recentes em minha mente.
Filho que assumiu a posição de ‘chefe da casa’ após separação conturbada dos pais. Além de cuidar de si e de suas questões ‘adolescentes’, o filho sente-se na obrigação de cuidar da mãe e educar o irmão mais novo;
Filho de pais que vivem em meio a separações e ameaças de divórcio. O filho vira mecanismo de reconciliação/separação do casal, sendo peça fundamental para que um ciclo briga-separa-volta se mantenha a todo vapor;
Filha mais velha e adulta sente-se responsável por dar suporte a sua mãe (que criou a filha parte da infância sozinha), seja financeira ou emocionalmente. Tornando-se refém dos problemas da mãe, que são normalmente resolvidos pela filha ou não resolvidos para se manter esse tipo de relação;
Irmã que sente-se responsável por cuidar dos irmãos e já na fase adulta continua a resolver os conflitos e arcar com despesas financeiras dos irmãos;
Mãe que, apesar dos filhos já serem adultos e estarem casados, sente-se responsável por conduzir a vida dos filhos e assumir despesas e responsabilidades deles;

Ao expor os exemplos acima não me refiro a situações isoladas ou casos específicos. Me refiro a ciclos repetitivos que adoecem as relações e sobrepõem responsabilidades individuais, transferindo-as ao outro.

Em casos como os já citados todos têm prejuízos em suas vidas. Uma pessoa sobrecarrega-se, outra não amadurece, mantendo uma relação imatura, sem espaço para desenvolvimento com intuito de melhora.

Para alguns pode ser visto como prova de amor, mas não. Amor baseia-se em troca, respeito mútuo e limites. Estipular limites sim é uma prova de amor, amor ao outro e a si mesmo.


Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/02/cortando-o-cordao-umbilical-os-problemas-de-sua-familia-nao-sao-seus/ - Fonte da imagem: internet/google

5 PECADOS QUE PODEM DESTRUIR SEU RELACIONAMENTO

ORGULHO

O orgulho é um dos sete pecados capitais, e pode ser especialmente destrutivo para um casamento. O orgulho nos impede de pedir desculpas – algo bastante comum em um relacionamento duradouro. Quando estamos em desacordo, é o nosso orgulho que nos faz querer estar certos, o que geralmente significa que a outra pessoa tem que estar errada. Para livrar o seu casamento do orgulho, concentre-se nas coisas boas sobre o seu cônjuge e seu relacionamento e expresse gratidão. E torne-se bom, realmente bom em pedir e aceitar desculpas genuínas.

DESCONTENTAMENTO

Expectativas não atendidas são responsáveis por uma grande parte de nossa infelicidade – mesmo que essas expectativas sejam irreais. O descontentamento tem pouco a ver com o que acontece no exterior e tudo a ver com nossa atitude e abordagem. Se você está achando que tudo o que seu cônjuge faz irrita você, tente algumas destas técnicas para trazer contentamento à sua vida – e seu casamento.

DISTRAÇÃO


No início de um relacionamento, seu foco é apenas no outro. Tempo para ficar juntos é prioridade. Após a fase de lua de mel se desvanecer – mesmo que o casal ainda se preocupe profundamente um com o outro – as pessoas caem na rotina de cuidar de crianças, trabalho e outras obrigações. Uma planta que não é constantemente regada e alimentada irá inevitavelmente murchar. O mesmo acontece aos relacionamentos.

MAL-ENTENDIDOS

Existe um nível de conforto no casamento. Quanto mais você conhece alguém, mais você pode antecipar seus sentimentos ou pensamentos. Mas, tenha cuidado – especialmente ao presumir algo negativo – não coloque palavras na boca de seu parceiro. Uma comunicação eficaz continua a ser importante em todas as fases de um relacionamento.

ACREDITAR QUE SEU CÔNJUGE O FARÁ FELIZ

Ninguém é obrigado a fazê-lo feliz. Ninguém pode lhe dar a felicidade. Você não irá encontrá-la, você só pode construí-la. Alguns dias – semanas ou anos – serão melhores ou piores do que outros.


Fonte: Fina e rica (Internet) 

APRENDENDO A LIDAR COM A FALSIDADE

Lidar com a falsidade requer exercício de tolerância!

Devemos começar seguindo a linha de pensamento de que não temos controle sobre o outro, o outro é uma pessoa individualizada, não conseguiremos fazê-lo agir como gostaríamos.

O dicionário informa, que falso quer dizer: mentiroso, enganador, hipócrita, fingido, dissimulado.

O negócio é acreditar na nossa intuição e ficar atento a alguns sinais…

Identificar uma pessoa dissimulada, requer percepção apurada mas não é o único jeito. Ao conhecer uma pessoa, não vá logo falando tudo de si. Mesmo que essa pessoa lhe conte até o que possa parecer assunto íntimo.

Para o dissimulado, esse é o caminho para nos conduzir a falar mais sobre nós.

Observe se a medida em que vão se conhecendo, essa outra pessoa quando fala no mesmo assunto, confirma ou conta aquela história que já havia narrado, com algumas mudanças.

Ter atenção se a pessoa tem muito interesse em esmiuçar sua vida, em saber além do que deveria. Quer saber tanto pra quê?

As pessoas dissimuladas tem costume de bajular em demasia, aqueles elogios de bajulação, usam desse proceder para tentar fixar que são confiáveis. Não confunda com os elogios coerentes, esses são bem vindos.

Se for uma amizade particular, você pode se afastar da pessoa mas sendo colega de trabalho tem que aprender a conviver.

O melhor a fazer ao identificar uma pessoa falsa, é manter uma postura formal, procurando sustentar o nível de educação elevado, formando um tipo de bloqueio mental para que a pessoa sinta dificuldade em esmiuçar sua vida, com o tempo ela tende a se afastar por si só.

Texto: Silvia Baptista - Fonte da imagem: Google/internet

POR QUE PENSAR TE TORNA UM SER MAIS SOLITÁRIO?

A sociedade pós-moderna está carente de Nietzsches. Pensar exige esforço e a coragem de encarar complexidades que, muitas vezes, preferimos ignorar.

“Quando Nietzsche Chorou”, obra de Irvin D. Yalom, traz grandes nomes da história como Josef Breuer, Sigmund Freud e o meu preferido: Friedrich Nietzsche. O autor mescla fatos reais e ficção com o intuito de explorar o nascimento da psicanálise por meio de encontros entre Breuer e Nietzsche que nunca aconteceram realmente.

O filósofo alemão sofre de uma crise existencial e depressão suicida que o atormentam profundamente, enquanto Breuer, que tem a missão de ajudá-lo, também está passando por algumas angústias pessoais. Dentre todos os temas discutidos ao longo do romance, o que mais me chamou a atenção foram as características de Nietzsche, que o tornam um homem completamente distante e solitário. Uma das falas do filósofo ilustra bem como ele se sente: “Às vezes, enxergo tão profundamente a vida que, de repente, olho ao redor e vejo que ninguém me acompanhou e que meu único companheiro é o tempo.”

Por ser tão fechado, Nietzsche não podia saber que estava sendo tratado por Breuer, pois a ideia de ter alguém invadindo sua intimidade o assusta completamente. A transformação ao longo das sessões é que Breuer lentamente se torna o paciente quando Nietzsche começa a ajudá-lo em relação aos seus tormentos e fantasias sexuais com uma mulher que não é a sua esposa. Posteriormente, o filósofo começa a confiar no psicanalista a ponto de se abrir como nunca havia feito antes.

O interessante é a forma como Nietzsche lida com a vida. Completamente fechado e sem conseguir estabelecer fortes laços devido a um trauma com uma mulher no passado, é um homem totalmente sozinho. E um questionamento que logo me veio foi: por que pessoas pensantes e reflexivas como ele costumam ser tão solitárias?

Normalmente, quem vive numa espécie de superfície tem mais facilidade de interagir com o mundo, pois seus dramas não tem a mesma magnitude daqueles vivenciados por um Nietzsche. E não entenda viver na superfície como uma crítica, pois é apenas uma das milhares de formas que o homem encontra para enfrentar sua jornada. Existem diferentes graus de se encarar a vida. Alguns mascaram as obscuridades justamente pelo medo que tem de enfrentar a dor. Outros, no entanto, transitam pela vida sem se darem conta da sua enorme teia de complexidades.

Entender e aceitar todas as dores da existência dá muito trabalho. Pensar resulta em incertezas, falta de respostas e, consequentemente, em angústias. Quem sofre com tudo isso é a psique, que de tão atormentada, pode posteriormente afetar o comportamento e a personalidade. Nietzsche diz enxergar a vida de forma tão profunda que se sente completamente sozinho. Com quem ele discutiria suas questões provenientes de uma visão tão reflexiva sobre a vida? Quem não tem esse mesmo nível de profundidade também não tem capacidade de viver com pessoas como Nietzsche.
Josef Breuer é contaminado por tantas reflexões de Nietzsche que em determinado ponto do romance não identifica mais nenhum sentido para sua vida. “Aquele rapaz agora envelhecido atingiu o ponto da vida em que não consegue mais ver seu sentido. Sua razão de viver – minha razão, minhas metas, as recompensas que me impeliram pela vida – se afigura absurda agora, quando medito em como busquei besteiras, em como desperdicei a única vida que possuo, um sentimento terrível de desespero me domina”, relata o psicanalista. Chegar nesse extremo é realmente desesperador, podendo resultar em crises e depressões profundas como as vivenciadas por Nietzsche.

Tendo em vista pessoas pensantes como Nietzsche, é possível fazer uma relação com a sociedade pós-moderna, permeada por indivíduos que têm extrema dificuldade de ficarem completamente sozinhos. Hoje, com o avanço tecnológico, as pessoas têm o costume de estarem 24h por dia conectadas e em momentos em que seria essencial a solidão para reflexão, rapidamente recorrem a um aparato tecnológico, uma mensagem a um amigo ou uma foto que consiga likes o suficiente com o objetivo de suprir essa carência e mal-estar. Estar realmente sozinho chega a ser uma raridade de poucos atualmente.
Essas pessoas que dificilmente possuem um momento de reflexão solitário, diferente dos Nietzsches, parecem ser mais leves, despreocupadas e até mais felizes – talvez por mascararem suas angústias ou simplesmente por nunca terem se deparado com elas. Refletir sempre vai resultar em dor e descontentamento. Quem pensa, se dá conta de que muita coisa na vida não tem sentido nenhum e pensar mais e mais pode só aumentar a agonia. É por esse motivo que os Nietzsches que andam por aí muitas vezes são vistos como pessoas amarguradas e estranhas. Na verdade, encarar as verdades da vida torna esses indivíduos mais críticos, pois continuam numa busca incessante por respostas que podem nunca alcançar. Dessa forma, se isolam da maioria por se sentirem completamente incompreendidos e desencaixados num mundo onde parece que ninguém os acompanha.

O equilíbrio é essencial. Ser um Nietzsche constantemente pode gerar muito sofrimento – como pode ser percebido no romance –, mas ser incapaz de ter um momento solo é um erro muito comum hoje em dia e que passa despercebido.

Você que está lendo isso, quando foi a última vez que se sentiu um Nietzsche? Um peixe fora d’água? Quando foi a última vez que passou um dia inteiro realmente sozinho? Sem recorrer a ninguém além de si mesmo quando bateu uma agonia, uma dificuldade ou simplesmente uma tristeza… O mundo pós-moderno está carente de verdadeiras pessoas pensantes, que saem da caixa sem medo de explorarem as profundezas mais escuras desse oceano que é a vida.

Sofrer dignifica, faz crescer… Mas sofrer em excesso leva ao desespero, à dor incontrolável. Portanto, pensar é preciso, mas ponderar os pensamentos é obrigatório. Quem pensa de mais, vive de menos. E por mais que eu admire os Nietzsches que ainda existem por aí – solitários e reflexivos -, tenho certeza de que quem trilha este caminho tem uma árdua tarefa que pode resultar na mesma conclusão de Nietzsche: “Penso que sou o homem mais solitário do mundo.”

Fonte do texto: Escrito por Bruna Cosenza - via: https://osegredo.com.br/2015/07/por-que-pensar-te-torna-um-ser-mais-solitario/

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

JULGAR UMA PESSOA NÃO A DEFINE... DEFINE VOCÊ!

Se não queremos que façam o mesmo com nós, não deveríamos julgar os demais sem um conhecimento prévio. Os prejuízos, ás vezes, podem fazer com que fiquemos sem conhecer pessoas maravilhosas.

Julgar os demais está na moda. Bom, de certo modo, é algo que todos nós fazemos quase que inconscientemente.

Formamos opiniões principalmente do que nos rodeia, porque assim mantemos certo controle sobre cada aspecto sob uma etiqueta.

“Isso é bom, isso é ruim, essa pessoa eu posso confiar, desta outra melhor me afastar…”

É muito comum cair nos estereótipos e nestas histórias construídas antes do tempo, antes de um aprofundamento maior do que temos na nossa frente, antes de fazer um esforço e nos colocarmos na pele do outro.

Fica claro que nem todo mundo age desta maneira, que existem aqueles que evitam opiniões porque não desejam ser julgados pelos demais, e isso é o que deveríamos colocar sempre em prática, para construir assim uma sociedade mais harmônica e tolerante.

Convidamos você a refletir sobre isso neste artigo.

Julgar, uma arma de dois gumes na qual não devemos cair

Somente por hoje, não julgue; somente por hoje deixe que seu olhar observe o mundo com calma e sem preconceitos, e se limite a “ser” e a “deixar ser”.

Seria, sem dúvidas, ideal que todos nós tentássemos praticar estes simples conselhos diariamente. Deste modo, nossas relações seriam mais respeitosas e criaríamos menos conflitos.

Agora veja bem, o problema essencial é que nosso cérebro social se rege muitas vezes pela necessidade de obter uma informação muito rápida sobre as coisas e pessoas.

Classifica toda a informação e estímulos em categorias, e estas se relacionam, por outro lado, com nossa 
personalidade e experiências passadas.

Um exemplo: quando você ia ao colégio havia uma professora que o tratava mal e que tornou seus anos de escola um pequeno “inferno”.

Hoje, você continua lembrando de sua expressão, seu rosto e sua voz, de modo que, quando você encontra outra mulher parecida com a professora, projeta sobre ela uma alta repulsa.
Muitas de nossas experiências prévias e inclusive aspectos de nossa personalidade, farão com que rotulemos todos aqueles que nos rodeiam de acordo com regras próprias que nem sempre se ajustam à realidade.

Por isso o ato de “não julgar”, de nos aproximarmos das pessoas sem emitir nenhuma opinião precipitada requer, principalmente, um esforço de calma e paciência.

Obriga-nos a controlar aquele “botão automático” que nosso cérebro aperta na hora de rotular tudo o que vê.

Seja sábio: se você julga, também o estarão julgando

Se você evita se relacionar com seus vizinhos porque são de outra raça ou pertencem a outra cultura, na verdade, cada preconceito que você emite o estará definindo. Definem você como uma pessoa racista e com a mente fechada.

O homem que julga uma mulher somente pela medida de sua saia, também está julgando a si mesmo, ao seu machismo.
Cada vez que criamos uma opinião sobre alguém, é ideal colocar em prática um exercício de reflexão. Por que penso assim? Por que digo, por exemplo, que não vou gostar desse menino porque usa calças roxas e tem uma tatuagem?

Seja sábio, aja com calma, com comedimento e equilíbrio e tente ver as coisas de forma neutra até que não as viva você mesmo, até que seja conhecedor de cada detalhe e de cada aspecto para julgar com mais certeza. Nunca antes.
 Não se baseie em trivialidades na hora de julgar, baseie-se em realidades.

É importante enfatizar aqui que todos nós temos direito de manter e defender nossos próprios julgamentos sobre tudo o que nos cerca. Mas veja bem, os julgamentos devem estar baseados em realidades, nunca em trivialidades.
Quando conhecer uma pessoa profundamente, você já disporá da sabedoria que somente a experiência pode dar, saberá se esta pessoa nos agrada ou não, se se ajusta ou não as nossas expectativas.
Temos que saber que quem gosta de se basear somente em trivialidades na hora de julgar estará perdendo coisas maravilhosas da vida.

Se você julga seu companheiro de trabalho de antipático, pode ser que você esteja perdendo a oportunidade de conhecer alguém excepcional.

Quem julga um país ou determinada cidade como suja, perigosa ou pouco moderna, é possível que esteja perdendo a melhor experiência de sua vida ao se negar a conhecer um lugar que possa ser ruim. Permita-se ir com a mente mais livre, sem preconceitos. As melhores coisas, as melhores pessoas, em certos casos, estão disfarçadas com carapuças tão normais que nos despistam.

Somente quem se aproxima sem julgar e com o coração aberto será digno de conhecer aspectos realmente apaixonantes daqueles que nos rodeiam.

Fonte do texto: Melhor com Saúde - via: https://melhorcomsaude.com/julgar-uma-pessoa-nao-a-define-te-define/ - Fonte do texto: internet/google

E QUANDO É MELHOR DESISTIR?

 Desistir é uma palavra forte para muitas pessoas. E ligada à ideia de fracasso, de fraqueza, de incapacidade. Mas, em verdade, desistir (dependendo da situação) pode ser a melhor saída para viver melhor. Neste texto, pretendo falar sobre a possibilidade de desistir na área profissional e na área afetiva, em relacionamentos, especialmente os relacionamentos amorosos.

Há muitos anos que eu leio livros de motivação, autoajuda, psicologia comportamental, programação neurolinguística e existe uma formulação em todos eles que diz que o segredo do sucesso é a persistência. É verdade, porém, verdade igual é que desistir e partir para um outro cenário também pode ser fundamental.

Não sei se vocês se lembram, mas há alguns anos um livro que fez muito sucesso foi “Quem mexeu no meu queijo?” Em 2007, eu assisti um treinamento de uma amiga psicóloga em uma empresa que abordava o tema deste livro, que foi um best-seller por contar através de uma história, portanto, através de uma metáfora, o que pode ser aplicado em áreas diferentes. O resumo pode ser dito da seguinte forma: o ratinho quer o seu queijo. O queijo do lugar aonde ele vive está acabando. Um ratinho pode ir para outro lugar, buscar e encontrar mais queijo ou pode ficar no mesmo lugar se lamentando pelo queijo que está zerando.

É neste sentido que usarei aqui a ideia de desistir. Desistir não quer dizer parar, paralisar, perder. Mas também tem o sentido de desistir de uma forma de resolver o problema ou desistir de um ambiente que não é propício para conseguir o que você almeja.

DESISTIR DE UMA FORMA DE SE COMPORTAR

Como disse, podemos desistir sem necessariamente abandonar o objetivo último. Podemos desistir de uma forma equivocada de resolver o problema em questão. Utilizando a metáfora do “Quem mexeu no meu queijo”, o ratinho poderia continuar em seu objetivo (o queijo) mas desistir de seu comportamento preguiçoso e acomodado. Um outro exemplo, seria imaginar alguém que quer ganhar mais dinheiro e está acomodado em seu trabalho ou ambiente de trabalho.

Ao invés de desistir do objetivo (ganhar mais dinheiro), esta mesma pessoa pode reformular o modo como está se comportamento para atingi-lo. Com isto, mudando o comportamento, desistindo daquela forma de agir, pode-se encontrar centenas de outras maneiras de se realizar. Como diz o lema da Apple: Think Different. Pense diferente.

Como diz John D. Rockefeller: “Não tenha medo de desistir do bom para perseguir o ótimo”.

DESISTIR DE UM RELACIONAMENTO

Há um tempo atrás eu escrevi um texto intitulado: “Porque os casais não se separam?”

É um texto simples, mas um dos que mais gosto. Afinal, recebo muitos emails perguntando sobre os motivos que levam tantas pessoas a continuarem em um relacionamento muitas vezes destrutivo ou insatisfatório. Você pode lê-lo no link acima, mas vou resumir o meu ponto de vista. Os casais não se separam porque em relacionamentos como este há uma mistura de prazer e dor, de realização e frustração. De modo que quando há dor ou frustração, brigas ou desentendimentos, pensa-se que já foi melhor, que pode melhorar, que vai voltar a ser como antes…

Se perguntarmos a qualquer pessoa, porque fica com alguém, namora ou casou, ouviremos que foi em busca da felicidade. Que a outra pessoa traz felicidade, através do amor e da paixão. Mas e quando o melhor é desistir?

Desistir de um relacionamento difícil pode ser o melhor caminho para a felicidade. Vencendo o medo da solidão, a ideia estranha do fracasso por não ter dado certo, de que deveria ser eterno ou durar a vida toda, pode ser infinitamente mais saudável do que continuar por longos períodos “em sofrimento inútil”.

DESISTIR DE UM SONHO – NUNCA?

Existe um paradoxo filosófico que diz “Tudo é relativo”. Se tudo é relativo, a verdade “Tudo é relativo” pode ser falsa. Com isso, nem tudo é relativo… Pensamentos gerais e absolutos, no final das contas, podem ser apenas se resumir a um pensamento cristalizado e uma forma equivocada de estruturar o caminho que temos pela frente. De forma que desistir de um sonho também pode ser uma boa opção. Pois um sonho não realizado é sofrimento certo e se investigarmos o que estava por trás do sonho, ainda assim, poderemos realizar, claro, com ressalvas.

Eu lembro que durante a faculdade de psicologia, nós lemos um texto de Orientação Profissional, que dizia de uma garota que queria ser médica. Por não ter uma faculdade de medicina próxima, ela modificou este sonho para o que estava mais próximo. Estudou para ser técnica de enfermagem. Se formos analisar o sonho (a medicina), veremos que o objetivo último da garota seria ajudar o próximo, na área da saúde. Evidentemente, também entram em cenas outras ideias como o status social e a remuneração.

Porém, o sonho real da garota era ajudar. E ajudar, cuidando da saúde das outras pessoas. Como técnica em enfermagem ela poderia atingir o seu objetivo último, sem atingir o objetivo mesmo (a medicina). Esta é uma ideia interessante de ressignificação. Entender melhor o que está por trás dos nossos sonhos nos auxilia a nos conduzir no que poderíamos dizer ser o conflito entre o sonhador e o pessimista.

Uma pessoa pessimista diria para esta garota que aquilo não seria possível. Que ela teria que se conformar com sua situação e desistir do seu sonho de ser médica. Um sonhador diria para ela nunca desistir do seu sonho e seguir em frente. O meio termo no caso, neste caso e neste momento, seria ela encontrar, portanto, um meio termo.

Com uma profissão – a enfermagem – que estava disponível e que lhe daria também um emprego ela poderia sim continuar sonhando e fazer a faculdade mais para frente. Ou não. Ela poderia continuar como técnica e ser feliz também, “desistindo do sonho de adolescência”.

E você, já desistiu alguma vez? Foi positivo ou negativo para você? O que você aprendeu? Adoraria ouvir sua opinião nos comentários abaixo.


Fonte do texto: Pscologia msn - via: http://www.sentimentosemfrases.com/e-quando-e-melhor-desistir/ - Fonte da imagem: internet
 

LEIA ISSO SE VOCÊ DIZ QUE ESTÁ BEM, QUANDO DE FATO NÃO ESTÁ...

Leia isso se você costuma dizer que está bem, quando realmente não está, apenas para não ser inconveniente…

Quando parece que o mundo ao seu redor está caindo e as paredes desmoronando. Quando parece que nada que você faz pode ajuda-lo a escapar do buraco em que está. Quando você sente que não pertence a este mundo e está constantemente se sentindo mal interpretado, como se ninguém entendesse o que está acontecendo em sua cabeça, e você não quer tentar explicar porque não quer ser um fardo.

Mas às vezes as pessoas entendem. As pessoas próximas a você podem ver através de suas intermináveis ​​mentiras que tudo está “bem”. Elas podem ver que você está com dificuldades, não importa o quanto você tente esconder, porque ninguém pode fingir tudo.

Mas você tenta. Eu tento.

Eu só me convenço a acreditar que é um momento de fraqueza, que estou realmente bem, que sou mais forte do que isso. Eu digo a mim mesma para ficar firme, que estou me envergonhando. Eu digo a mim mesma que preciso parar de olhar o lado negativo e ser positiva, que preciso apreciar o que tenho, porque eu realmente não tenho motivo para ficar chateada.

Mas, às vezes, não preciso de um motivo, porque nem sempre existe uma razão para nos sentirmos de uma determinada maneira.

Então, você coloca um sorriso falso, sai com seus amigos, tenta ser feliz, porque é isso que deve fazer. Você finge que está se divertindo para eles não se preocuparem com seus sentimentos, porque a última coisa que você quer ser é uma inconveniência.

Você não quer incomodar as pessoas ao seu redor, você não quer incomodar suas vidas, derramando seus problemas sobre eles, a última coisa que você quer é ser inconveniente.

Ninguém quer dizer as palavras “não, eu não estou bem”, porque isso é associado a ser fraco, a não ser capaz de corrigir seus próprios problemas.
Mas a verdade é que é preciso ter força para admitir que você não está bem. É preciso muita coragem para falar sobre o que está acontecendo dentro de sua cabeça.


O problema é que admitir que você não está bem pode deixar algumas pessoas desconfortáveis, e as pessoas tendem a se desligar de coisas que as deixam desconfortáveis, a menos que realmente se importem. Admitir suas lutas te torna forte. Não há problema em não estar bem. É melhor admitir abertamente que não está bem do que reprimir suas lágrimas e deixar suas emoções se acumularem até que você esteja sozinho em seu quarto, chorando como se estivesse se afogando em seu próprio mundo.

Em algum ponto, você tem que parar de culpar-se sobre o que poderia ter feito melhor, você tem que deixar ir, tem que perdoar a si mesmo, porque as coisas nem sempre funcionam em seu favor, mas vão funcionar, de uma forma ou outra.
Só porque você quebra às vezes, não significa que é uma pessoa fraca. Você pode estar preocupado em ser um fardo, uma inconveniência, mas as pessoas que estão realmente lá para você, as pessoas que realmente te amam nunca vão pensar que você é um fardo, e essas são as pessoas que você precisa ter ao seu redor.

Não assuma que ninguém se preocupa e ninguém quer ajudar, porque sempre existem pessoas dispostas a ajudar. Eu te garanto – você não é um inconveniente.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2017/03/leia-isso-se-voce-diz-que-esta-bem-quando-de-fato-nao-esta/ - Fonte da imagem: internet/google

É DESTINO OU LIVRE ARBÍTRIO?

Por que tomamos uma decisão e não outra?
Por que abrimos uma porta e fechamos uma janela?

É destino ou livre arbítrio? É crescimento ou inquietação? Ou é apenas medo de receber mais um não?

É claro e sabido que naturalmente quando viramos a direita, deixamos a esquerda para trás e consequentemente nunca veremos o caminho da esquerda e mesmo que voltemos após um metro percorrido, o caminho já não será mais o mesmo.

Quanto a gente perde ao tentar ganhar? Quanto a gente ganha ao perder?

Cada decisão tomada é um tiro no pé e uma olhada para o céu na tentativa de buscar alguma coisa nova, o que não conheço, o que me falta, o que sinto que preciso conhecer. Cada nova estrada traz a magnitude de um novo horizonte, de um novo lugar, de um novo olhar.

Cada ausência sentida é uma ferida que não fecha, que aumenta, que às vezes é esquecida, mas facilmente renascida.

Por que decidimos ir e não ficar? Por que decidimos ficar? Por que decidimos rir e chorar? O que nos motiva a tudo abandonar, a não querer continuar, a querer mudar, a não mudar? A continuar, a tentar?

Por mais que eu leia, pense, questione, a pergunta continua sem resposta. É destino ou livre arbítrio? É crescimento ou inquietação? Ou é apenas medo de receber mais um não?

Caminho escolhido, não tão pensado, mas que muda até o passado, que nos faz existir apenas na forma de um retrato, de um lenço molhado.
Dolorida saudade que encanta a gente, baseado numa busca pelo crescimento, pelo renascimento. Dias que não mais voltarão, encontros que se perderão. Oportunidades falidas, vidas acompanhadas pela janela, vida que me faz sentir falta dela.
Por que entramos em uma porta e não em outra?
Por que a decisão te traz pra cá e não pra lá?
Se alguém souber uma resposta por favor ela me ajudará, me levantará e me fará a vida melhor enxergar ou no chão me fará ficar.
Já entendi que a resposta eu não vou ter, talvez é melhor mesmo nem saber, talvez seja melhor cada oportunidade aproveitar, na boca o gosto do não vivido deixar.

Talvez seja melhor com a imaginação a gente brincar, pois seja qual for a decisão, o caminho, a porta ou a janela, ela vai sempre acabar e só com memórias a gente vai ficar.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2017/02/e-destino-ou-livre-arbitrio/
Fonte da imagem: Google/internet

INVEJA, CALÚNIA E DIFAMAÇÃO...

Quem nunca sofreu com calúnia, difamação, inveja?

Calúnia e difamação são frutos de mentes e corações distantes do amor e do bem. São as armas prediletas para atacar as pessoas de bem.

Pessoas más inventam, aumentam, distorcem e fazem tudo para tentar sujar a imagem de seus desafetos.

Essa prática é mais comum do que imaginamos. A fofoca é um exemplo. Raramente uma fofoca é fiel à realidade, vem sempre associada à maldade e à inveja.

Como lidar com estas situações?


- Se as pessoas para as quais forem ditas calúnias a seu respeito, conhecem bem você, não faça nada. O caluniador está passado seu próprio atestado de mau caráter.

- Quanto às pessoas que não conhecem você tão bem, explique-se somente àquelas que merecem sua consideração e estão diretamente envolvidas com você.

- No trabalho, justifique-se somente com as pessoas às quais você responde hierarquicamente e amigos verdadeiros. Esclareça as calúnias. Mantenha tudo na esfera profissional, trate dos fatos, não das pessoas caluniadoras.

E lembre-se:

1. Nada do que disserem a seu respeito poderá diminuir o seu real valor. Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem que você permita.

2. O tempo é o maior aliado da verdade. Nenhuma mentira, calúnia ou difamação resiste à ação do tempo!

3. Sua melhor resposta é sua história de vida. Pratique a virtude, faça o bem. Nada poderá destruir esse patrimônio!

-Autor desconhecido - Fonte da imagem: google/internet

É PRECISO SABER A DIFERENÇA ENTRE ESPERAR E PERDER TEMPO…

  Sem que reservemos um bocado de nossas vidas a esperanças e sonhos, tudo se tornará meramente mecânico, porém, tão somente nos enchermos de esperanças em relação a coisas pelas quais não lutamos e a pessoas vazias de retorno afetivo nos impedirá o fortalecimento de nosso amanhecer.

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Sim, temos que nutrir esperanças de que as coisas vão melhorar, de que tudo há de arrumar um jeito de chegar até nós, porém, sem que fiquemos passivamente à mercê do sabor dos ventos, achando que presentes cairão do céu diretamente em nosso colo. A regra básica é clara: o mais sábio é esperarmos de nós mesmos o que queremos, na certeza de que aquilo que fizermos por merecer estará ao nosso alcance.

Espere o retorno de tudo aquilo por que você lutou, pelo que perdeu horas de sono e de diversão, dedicando-se com força de vontade e dedicação extrema. Colhemos os louros das conquistas nas quais investimos precioso tempo de nossas vidas, porque colocamos verdade nessa busca. Porém, não perca tempo aguardando que as chances de sua vida tocarão a campainha de sua porta, enquanto você fica sentado no sofá.

Espere o momento certo de falar com as pessoas por quem você tem consideração, por quem nutre afeto sincero e recíproco. Temos que alertar quem amamos das atitudes destrutivas que possam estar tomando, repreender seus comportamentos inadequados, aconselhando com carinho. Entretanto, não perca tempo tentando conversar com quem não consegue ouvir ninguém além de si próprio, ou colherá apenas ingratidão.

Espere ser entendido e acolhido pelas pessoas que caminham ao seu lado com entrega e verdade, pois aceitarão as suas escolhas de vida e as apoiarão, interessando-se por nada mais do que sua felicidade, do seu jeito, que eles tanto prezam. No entanto, não perca tempo tentando se explicar para quem não se importa com o seu bem estar, para aquelas pessoas que se prendem a preconceitos diminutos e insustentáveis, incapazes que são de olharem para si mesmas.

Espere gratidão e reconhecimento das pessoas que não pedem, mas se encontram abertas ao que o outro possui, pois têm consciência de que necessitarão do outro, uma ou outra hora. Mas não perca tempo esperando retorno de quem sempre pede mais do que você pode ofertar, de quem suga suas forças, exigindo sua atenção integral, como se ele fosse o centro do mundo, do universo. Esses não enxergam nada além do próprio umbigo e jamais serão capazes de olhar além dos limites do próprio egoísmo.

Sem que reservemos um bocado de nossas vidas a esperanças e sonhos, tudo se tornará meramente mecânico, isentando-se do prazer mágico das agradáveis surpresas que enriquecem o nosso caminhar. Porém, tão somente nos enchermos de esperanças em relação a coisas pelas quais não lutamos e a pessoas vazias de retorno afetivo nos impedirá o fortalecimento de nosso amanhecer renovado na fé e no amor que nos alimentarão o seguir adiante, sempre e incansavelmente.

Fonte do texto: https://osegredo.com.br/2016/07/e-preciso-saber-diferenca-entre-esperar-e-perder-tempo/ - Fonte da imagem: google/internet

sábado, 3 de setembro de 2022

APRENDA A IDENTIFICAR PESSOAS QUE POSSUEM REAL FALTA DE CARÁTER

O que é caráter?

Caráter é um conjunto de características e traços relativos à maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo. É um feitio moral. É a firmeza e coerência de atitudes.

O conjunto das qualidades e defeitos de uma pessoa é que vai determinar a sua conduta e a sua moralidade, o seu caráter. Os seus valores e firmeza moral definem a coerência das suas ações, do seu procedimento e comportamento.

O que é falha de caráter:

As falhas de caráter são características naturais do ser humano. Errar faz parte do desenvolvimento e é graças aos erros que muitas de nossas aprendizagens, e mesmo evolução como pessoas, acontece. A falha está relacionada com consciência e busca sincera por mudanças.

E o que é FALTA de caráter:

A falta de caráter é percebida quando, mesmo errando repetidamente com os outros, causando prejuízo a terceiros, e ferindo sentimentos através de manipulações e mentiras, a pessoa insiste no ato. A falta de caráter é característica de pessoas com baixa consciência moral, uma vez que essas pessoas não objetivam melhorar, pelo menos não sinceramente.

Alguns exemplos de FALTA de caráter:

Mentiras:

Todos nós mentimos, quer admitamos, quer não. As mentiras podem ser coisas banais do dia a dia, como dizer que vamos para casa, quando realmente não queremos sair com alguém. (nesse caso, até uma maneira de tentar abrandar um mal-estar), como podem ser mentiras mais graves, e que envolvem consequências importantes. Entretanto, como eu disse no começo, todos estamos sujeitos a um erro grave. A diferença entre uma mentira acontecer em uma pessoa normal (cheia de falhas, mas que tem consciência), e em uma pessoa com falta de caráter, será a repetição e a não correção do ato, mesmo após ter passado por situações delicadas com as mentiras anteriores. Uma, duas mentiras são aceitáveis. Entretanto, um mentiroso (a) frequente mostra sérios sinais de falta de caráter.

Traição:

Longe de ser um tópico moralista, a traição pode ser entendida como falta de caráter, quando também acontece recorrentemente em uma relação em que o pacto do casal é de fidelidade. A traição também deve ser lembrada nos contextos de sociedade, no trabalho e amizade, em que o raciocínio é o mesmo: quebra de acordos e confiança.

Dívidas:

Uma coisa é a pessoa passar por situações complexas e que impossibilitem o pagamento de suas contas, outra coisa é a má administração do dinheiro, o consumismo desnecessário e o “comprar sem ter a intenção de pagar”. Um exemplo que deve ser observado são as pessoas que emprestam dinheiro de familiares e/ou amigos e não se veem na obrigação de pagar, aproveitando-se do vínculo afetivo existente. Mais uma vez, a falta e caráter será observada na frequência das ações.

Tratamento diferenciado:

O que motiva alguém a tratar bem algumas pessoas em detrimento de outras? O que pensar de alguém que só trata bem àqueles que têm dinheiro ou que podem lhe oferecer algo em troca? A arrogância, a hipocrisia e comportamento interesseiro também são, sem dúvidas, sinais de falta de caráter.

Manipulação:

Tentar convencer alguém a pensar ou fazer algo de maneira diferente são coisas completamente diferentes de manipular pessoas a fazerem coisas que elas, se estivessem em plena consciência de seus atos, talvez não fizessem. A manipulação é um comportamento egoísta, uma vez que tira o direito de escolha do outro, e mostra falta ou total ausência de consideração pelo outro. O manipulador sempre visa driblar vontades e regras para favorecimento pessoal.

Falta de palavra:

A falta de palavra pode caminhar próximo à mentira e à manipulação. Quando alguém combina algo ou assume um compromisso, a espera social é que o mesmo seja cumprido. Mais uma vez, descartando os casos isolados, uma “Palavra” quebrada com frequência oferece sérios indícios de falta de caráter.
Não assumir as próprias responsabilidades:

Um dos maiores sinais de maturidade que pode ser encontrado em alguém é a capacidade de assumir as próprias responsabilidades. A falta de caráter pode ser observada se uma pessoa repetidamente atribui a outros a responsabilidade por atos que deveriam ser assumidos pessoalmente, principalmente, no que se refere às quebras de regras e leis que infringem com frequência.

Fonte do texto: http://www.asomadetodosafetos.com/2016/05/aprenda-a-identificar-pessoas-que-possuem-real-falta-de-carater.html - Fonte da imagem: internet/google

VOCÊ SABE O QUE SÃO PESSOAS TÓXICAS? SABE COMO EVITÁ-LAS?

 Se depois de estar com certas pessoas, você se sente sem energia e desgastado, cuidado, ela pode ser uma pessoa tóxica.

Pode ser que você esteja cercado de pessoas que constantemente criticam seu modo de agir, o sufoquem com suas carências e necessidades, critiquem seus pontos de vista , aproveitando qualquer oportunidade para atacar sua autoestima. Essas pessoas têm a mira apontada para a sua vulnerabilidade. Podem agir sutilmente, disfarçando suas estratégias de ataque. Ou, se colocam ostensivamente, agredindo o outro com palavras e atos.

Todos nós em alguma parte da nossa vida já fomos confrontados a nos relacionar, quer seja por vontade própria ou não, com pessoas tóxicas através do trabalho, das amizades, ou por vezes em termos emocionais e familiares. Os tóxicos podem ser muito simpáticos, muito sedutores até conquistarem a pessoa. Existe no fundo uma conquista, um namoro, uma sedução. A pessoa tóxica não está bem com ela própria, logo sutilmente ela/ele começa a minar a auto estima do outro, são sangue sugas de energias.

Elas podem estar doentes, extremamente preocupadas, ou mesmo sentindo a falta daquilo de que necessitam em termos de amor e apoio emocional. Pessoas tóxicas podem ser angustiadas, depressivas, ou mesmo mentalmente doentes, mas ainda precisam diferençar o problema real delas da maneira como se comportam em relação a você.

Uma coisa é certa um toxico é um invejoso, um doente que não fará falta nenhuma a sua vida.

A pessoa tóxica está sempre a desvalorizar o que você é, seja fisicamente, mentalmente profissionalmente, sempre a minar a sua energia com observações sutis muito desagradáveis. O tóxico tenta sempre chamar atenção sobre si, é inconveniente, dá opiniões sem ninguém pedir.

É manipulador, é instável e inseguro e tenta incutir a insegurança no outro. É uma forma de se sentir melhor com a sua própria infelicidade.

Os tóxicos são controladores, sabem sempre tudo sobre tudo e nunca dão a oportunidade de o outro manifestar a opinião.

Os tóxicos são sempre vítimas seja do chefe, da mãe ou da família que nunca o amaram, no fundo, o tóxico nunca tem culpa de nada.

Os tóxicos são destrutivos porque não respeitam os espaço dos outros, impondo à força, a sua presença.

Se você estiver tentado criar para si mesmo, uma boa maneira é começar a avaliar o comportamento das pessoas ao seu redor, e ter a certeza que não apresentam comportamentos tóxicos.

Comportamentos tóxicos considerados desagradáveis, que se propagem negativamente no meio ambiente provocando distúrbios sociais.

Em termos relacionais torna-se difícil a interação humana, o caos impera. Deve-se manter-se distante e retirar-se estrategicamente quando alguém apresentar comportamentos tóxicos de maneira consistente.
Como anular essas energias

Quando você se sentir extremamente sobrecarregado, encoste-se de costas à uma árvore e a abrace “por trás” e fique assim por alguns minutos, o suficiente para sentir-se melhor.

Ao contrário, quando você se sentir esgotado, cansado, exausto, triste, melancólico, deprimido, sem forças, abrace a árvore de frente, por alguns minutos, Sinta a energia amorosa e carinhosa, sinta-se fortalecido e energizado, com capacidade indefinível de amar e aceitar as coisas individualmente, sinta o poder do amor da Natureza e do seu próprio Amor a si mesmo.

Você também pode andar com os pés descalços e fortalecer seus laços com a Terra (na areia da praia, na grama de casa, do parque, na terra, qualquer lugar, desde que seja solo nu, sem piso ou qualquer outro revestimento artificial ou sintético.

Estabelecer e manter relacionamentos saudáveis é uma construção que demanda investimento de energia. Dar e receber é um dos princípios fundamentais das relações gratificantes.

Portanto, escolha suas companhias cuidadosamente. E lembre-se que os relacionamentos que mantém com outros, refletem o seu relacionamento com você.

Fonte: https://osegredo.com.br/2015/10/voce-sabe-o-que-sao-pessoas-toxicas-sabe-como-evita-las/ - Fonte da imagem: google/internet